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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Vídeo do Dr. Lair Ribeiro: Os Malefícios da Soja


Clique acima para assistir ao vídeo do nutrólogo Lair Ribeiro sobre os Malefícios da Soja. 
 
Lair Ribeiro é médico cardiologista, nutrólogo, neurologista. Viveu por muitos anos nos Estados Unidos onde desenvolveu suas habilidades nos campos da educação e empresarial. É conhecido como Lair Ribeiro.1

O autor foi capa da Revista Exame em 1993, por suas publicações de auto-ajuda direcionadas a empresários e executivos.2

Lair Ribeiro é palestrante internacional, autor de mais de 100 trabalhos científicos publicados em revistas médicas norte-americanas, e de 35 livros (13 best sellers), 19 dos quais já traduzidos para outros idiomas, sendo, também, best sellers em países da América Latina e da Europa.


Além de todos os problemas citados no vídeo, a soja (se não for orgânica certificada) é ainda transgênica. Saiba as 10 Razões pelas quais Alimentos Transgênicos ou Geneticamente Modificados são Péssimos para Você

Fonte:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Lair_Ribeiro#cite_note-Lucro-1

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

7 Alimentos Transgênicos que Consumimos sem Saber: Inclusive sua Cerveja

7 Alimentos Transgênicos que Consumimos sem Saber
Editado em 08/07/2015.

Há alimentos geneticamente modificados que estão no seu prato, todos os dias, mas passam despercebidos, como imaginaríamos que até a nossa cervejinha seria transgênica? Mas qual é o problema do alimento ser transgênico?


No ano de 2013 um grupo de cientistas independentes liderados pelo professor de biologia molecular da Universidade de Caen, Gilles-Éric Séralini, balançou os lobistas das multinacionais com o teste do milho transgênico NK603 em ratos: se fossem alimentados com esse milho em um período maior que três meses, tumores cancerígenos horrendos surgiam rapidamente nas pobres cobaias. O pior é que o poder dessas multinacionais é tão grande, que o estudo foi desclassificado pela editora da revista por pressões de um novo diretor editorial, que tinha a Monsanto como seu empregador anterior.


O Coordenador do Núcleo de Agroecologia da UEM e Dr. José Ozinaldo Alves de Sena: “O consumidor tem de dizer ‘Não quero mais, não vou comprar nada transgênico’. Estamos sendo ignorantes demais. As consequências são muitas e estão bem comprovadas cientificamente. É claro que os prejuízos não surgem de repente, sempre a curto prazo. Tecnologias desse tipo têm impacto a curto, médio e, principalmente, a longo prazo. Quanto às doenças ao homem, já sabemos que os transgênicos geram alergias, esterilidade, alteração na formação de órgãos, doenças hematológicas e cânceres, por exemplo”


Além disso, há um movimento mundial contra os transgênicos e o Brasil é um de seus maiores alvos. Não é para menos, nós somos o segundo maior produtor de transgênicos do mundo, mais da metade do território brasileiro destinado à agricultura é ocupada por essa controversa tecnologia. Na safra de 2013 do total de milho produzido no país, 89,9% era transgênico. Todos esses dados são divulgados pelas próprias empresas para mostrar como o seu negócio está crescendo.

Clique no link a seguir e saiba: 10 Razões pelas quais Alimentos Transgênicos ou Geneticamente Modificadas são Péssimos para Você.

Leia mais: http://www.noticiasnaturais.com/2013/11/transgenicos-dominam-quase-100-das-lavouras-de-soja-e-milho-do-pr/#ixzz3OvX6UNzj

Cerveja

cervaboa

Poucos sabem, mas quando bebem cerveja no Brasil estão geralmente tomando 45% de conteúdo transgênico, uma vez que a cevada vem sendo trocada por milho (que é quase todo transgênico no Brasil). Uma das bebidas mais adoradas pelos brasileiros, a cerveja, geralmente é produzida de malte feito de cevada. Mas algumas receitas permitem o uso de outros cereais. A cerveja brasileira por exemplo na verdade é quase uma bebida alcoólica de milho. Isso mesmo. Uma pesquisa da USP e da Unicamp mostra que cervejas Brasileira possuem 45% de milho em sua composição, percentual máximo permitido pelo Governo. E a para piorar, eles querem que o governo aprove que seja permitido que esse percentual suba para 50%. Leia mais em “Brasileiro Bebe Cerveja com até 45% de Milho Transgênicos!

Aspartame

É um adoçante muito utilizado na substituição do açúcar e, na verdade, um composto químico artificial, feito em laboratório através da manipulação de vários compostos. Pode ser encontrado em milhares de produtos que consumimos diariamente: refrigerantes, iogurtes, chocolates, doces.

Óleos Refinados


Estão em quase todos os alimentos que contêm gorduras vegetais. Os de soja, canola, milho, palma, girassol ou amendoim são normalmente misturados com óleos alimentares e azeites (exceto extra-virgem) ou comida processada.

Amido de milho, xarope de milho (Xarope de Milho rico em frutose ou Xarope de Alta Frutose ou Xarope de Glucose ou de Frutose ou Xarope de Glicose ou Glucose/Frutose ou ainda, Isoglucose)


 
 Extraídos do milho (grande parte deste grão produzido do mundo é geneticamente modificado), estão presentes em produtos como massas, bolachas, cereais, biscoitos, barras energéticas, comida pré-congelada,  balas, pirulitos, bebidas e águas aromatizadas.
Saiba como evitar o "veneno": Xarope de Milho Rico em Frutose ou Xarope de Glucose ou Glucose/Frutose ou Isoglucose aqui.

Margarina


Utiliza gorduras vegetais (de soja, canola, milho, palma, girassol, amendoim) purificadas e hidrogenadas extraídas de plantas transgênicas.

Leite de vaca


 

 A somatropina bovina (BST) é uma forma geneticamente modificada de hormônio de crescimento bovino que provoca um aumento da produção de leite. O seu uso é proibido na União Europeia, mas é autorizado nos Estados Unidos e Brasil.


Salsicha


É uma mistura de produtos e subprodutos de origem animal, mas muitas marcas usam soja e xaropes de milho geneticamente modificados.

Soja e derivados


A soja é a principal solução de alimentação para vegetarianos e vegans, mas 70% da sua produção mundial é geneticamente modificada.  A soja não fermentada não deve ser consumida nunca. Saiba mais sobre os malefícios da soja aqui

Leia mais:    Cientista da UEM: “Transgênicos Geram Alergias, Esterilidade, Alteração na Formação de Orgãos e Cânceres”      


Fonte: 


http://www.noticiasnaturais.com/2014/02/7-alimentos-transgenicos-que-consumimos-sem-saber/


http://www.noticiasnaturais.com/2013/11/transgenicos-dominam-quase-100-das-lavouras-de-soja-e-milho-do-pr/


http://www.noticiasnaturais.com/2014/03/brasileiro-bebe-cerveja-com-ate-45-de-milho-transgenicos/


 Green Savers: 7 Alimentos Transgênicos que Consumimos sem Saber

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Estados Unidos Contraditório: Voltou ao Vietnã para Eliminar o Agente Laranja do Solo e Depois Liberou o seu Uso em Lavouras Transgênicas



Novembro de 2014.

Norte-Americanos voltam ao Vietnã para eliminar o Agente Laranja do solo, um dos tristes legados da guerra encerrada há 35 anos 

ALERTA

Agentes vietnamitas demonstram como será o trabalho de limpeza em Da Nang

A Guerra do Vietnã permanece viva no ambiente daquele país. Mais de três décadas após o fim do conflito, só agora os EUA põem em prática um plano, junto com o governo vietnamita, para tentar sanar os danos ambientais causados pelo Agente Laranja, veneno usado para derrubar as folhas das árvores durante o conflito. Era assim que os americanos tiravam dos vietcongues uma das poucas vantagens que tinham no combate: os esconderijos. E acabavam ainda com as plantações, tirando o alimento do inimigo.
 

O Agente Laranja foi criado como um regulador de crescimento de plantas, fazendo-as florescer mais cedo. Em grandes quantidades, porém, fazia as folhas caírem. Quando jogado no ar por aviões, o produto – cujo nome deriva da cor dos galões em que era estocado na guerra – matava todo tipo de vegetação, destruindo inclusive raízes. Sem elas para segurar o solo, as chuvas carregavam boa parte da terra. Espécies invasoras de grama cresceram, impedindo que a vegetação nativa voltasse. Mas o mal não acabou junto com o combate, pois grandes quantidades de dioxina, um dos componentes do veneno, continuaram no ambiente.
 

Especialistas consideram esse um dos piores legados do Agente Laranja. A Cruz Vermelha estima que mais de três milhões de vietnamitas já tenham sofrido com problemas de saúde relacionados à substância, além de centenas de milhares de soldados americanos que lidaram com o veneno durante a guerra. Os danos causados vão de doença de Parkinson, crianças com deformidades no nascimento e até diferentes tipos de câncer (leia quadro acima). Em 1984, uma ação coletiva na corte americana fez com que sete empresas que produziram Agente Laranja pagassem um total de US$ 180 milhões (R$ 281 milhões) em indenizações a 291 mil pessoas, principalmente veteranos do conflito.

ATAQUE


Lançado no ar, o veneno laranja destruía árvores e plantações

O trabalho de limpeza deve se iniciar no começo do ano que vem na antiga base dos EUA em Da Nang, na parte central do Vietnã, onde a arma química era armazenada. Além da retirada da dioxina, minas não detonadas também serão removidas. Outras bases americanas a serem descontaminadas – Bien Hoa e Phu Cat, no sul do país – foram identificadas como locais em que o veneno era misturado, estocado e carregado nos aviões durante a guerra, fazendo com que a dioxina escoasse para o solo e o lençol freático.
Virginia Palmer, embaixadora interina dos EUA em Hanói, lembrou que este é um grande passo para os dois países. “Como disse a Secretária de Estado Hillary Clinton quando visitou o Vietnã, em outubro, a dioxina no solo é ‘um legado do passado de dor que compartilhamos’. A ação que vamos empreender aqui, com nossas duas nações trabalhando unidas para limpar o local, é sinal de um futuro de esperança, a ser construí­do em conjunto”, disse. O projeto deve custar pouco mais de R$ 50 milhões e vai remover a dioxina de 29 hectares de terra. Em 2009, uma empresa ambiental canadense detectou níveis do material 300 a 400 vezes acima do que os limites reconhecidos internacionalmente como toleráveis.

Mas em Contrapartida Aprova um de Seus Componentes em Lavouras de Soja e Milho Recém Aprovadas em 15 de outubro de 2014.

  
No final de setembro, o Dr. Oz veiculou pela TV, alertando abertamente quanto à pendente aprovação pela EPA (Environmental Protection Agency- Agência de Proteção Ambiental) de um novo pesticida, tóxico para uso em lavouras geneticamente modificados, como milho e soja - maiores culturas dos Estados Unidos e ingredientes alimentícios.

A preocupação dos consumidores foi fortemente mostrada durante o período de comentário aberto do EPA na primavera. Mas ele teria impedido a aprovação? Provavelmente não, se a história está correta).

O justificativa por trás da aprovação pendente inicial era devido às super ervas daninhas terem se tornado resistentes ao glifosato (Roundup), esta nova mistura foi encontrada e promovida como a única solução para a agência reguladora.

É chamado Enlist Duo, da Dow AgroSciences e contém tanto o glifosato e o sal de colina do 2,4-D (2,4-D um dos ingredientes do agente laranja).

A EPA anunciou em 15 de outubro a aprovação oficial do herbicida Enlist Duo. O que muitas pessoas podem não perceber é que o herbicida foi projetado para os novos geneticamente modificados soja e milho que foram aprovados pelo USDA no mês passado.

De acordo com a Associated Press, a indústria de agrotóxicos tem ansiosamente aguardado tanto aprovações por causa das crises super ervas daninhas.

Nota: A EPA afirmou que Enlist Duo não vai ser pulverizado com aviões. Alega que este pesticida não é o mesmo que o agente laranja porque o Agente Laranja continha 2,4,5-T (com dioxina), querosene e diesel (combustível) e o 2,4-D. (fonte) Essa revelação, no entanto, não é totalmente reconfortante para o consumidor, considerando o que se sabe sobre o 2,4-D.

Como eu já disse antes - as maiores empresas de sementes, de biotecnologia e química do mundo têm uma longa história de trabalho conjunto. Quando um produto para de ser usado, uma empresa diferente já tem um novo pronto. Nos últimos anos, vimos como isso leva a um uso de mais e mais produtos químicos, em vez de menos, como os fabricantes de biotecnologia e químicos haviam prometido.

Em vez de ser encarado como conluio, as agências reguladoras o veem como a única solução para uma agricultura "em estado de emergência". Seus estudos anteriores mostram ainda os efeitos psicológicos, além de outros efeitos mostrados acima (na figura) devido ao uso de agrotóxicos, mas isso nunca causou qualquer hesitação em torno da aprovação. A "ciência plausível" a que a EPA refere-se constantemente é na verdade apenas a ideia de uso no passado e de uso comum, portanto, está tudo bem para eles.

Maior uso de pesticidas tem consequências gravíssimas a longo prazo

No Brasil, a aprovação destes químicos devastadores estava pendente para outubro deste ano. Não consegui obter nenhuma informação ainda, mas devido ao nosso histórico e à atuação pouco eficiente da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), órgão público que deveria promover a proteção da saúde da população por intermédio do controle sanitário da produção e da comercialização de produtos e serviços submetidos à vigilância sanitária, inclusive dos ambientes, dos processos, dos insumos e das tecnologias a eles relacionados, acho que já sei qual foi a decisão...

Referências:

http://www.istoe.com.br/reportagens/145479_FAXINA+NO+PASSADO

www.activistpost.com/2014/10/its-official-new-pesticide-for-gm-crops.html#rJLXbq2pkQelEVVV.99

http://illuminatielitemaldita.blogspot.com.br/2014/10/e-oficial-novo-pesticida-de-culturas.html

https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=8543938763286808092#editor/target=post;postID=2033832130125284086

sábado, 30 de agosto de 2014

10 Razões pelas quais Alimentos Transgênicos ou Geneticamente Modificados são Péssimos para Você



                               
Editado em 23/09/2015.

Os organismos geneticamente modificados, ou OGM, ou transgênicos são criados quando um gene a partir de uma espécie é transferido para outra, a criação de algo que não seria encontrado na natureza

Existem dois tipos principais de alimentos transgênicos: 

  • Culturas tolerantes à herbicidas: plantas projetadas para suportar a pulverização pesada de herbicidas sem sofrerem danos 
  • Culturas produtoras de pesticidas: plantas modificadas geneticamente para produzirem seus próprios pesticidas - logo, se um inseto a comer, seus estômago explode e ele morre (os Bt, milho e algodão). 

Em 1997 a soja transgênica foi contrabandeada para o Rio Grande do Sul. A primeira legalização do plantio de sementes geneticamente modificadas no país foi negociada entre o governo brasileiro e o Congresso Nacional como reconhecimento a um fato consumado – a introdução ilegal nas lavouras do Rio Grande do Sul da soja geneticamente modificada RoundUp Ready, desenvolvida pela empresa transnacional Monsanto para resistir ao herbicida glifosato – a lei 10.688/2003 foi sancionada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva (tinha que ser...). Desde então, os transgênicos se impuseram como uma realidade nacional e conquistaram espaço significativo no mercado, apesar do desconhecimento da maioria da população sobre seus riscos e da rejeição de diversas organizações representativas dos movimentos sociais.
No Brasil, desde 2004, os alimentos industrializados transgênicos podem ser identificados pelo símbolo do triângulo amarelo com um T, em suas embalagens. Basicamente qualquer alimento que contenha soja, milho e/ou canola ou, até mesmo óleos vegetais apresentam transgênicos em sua composição, com a exceção de produtos orgânicos. A lecitina de soja utilizada em diversos alimentos, geralmente é proveniente da soja transgênica. O leite e laticínios contêm o hormônio do crescimento transgênico (Posilac, rBGH, or rBST).

Em 2010, segundo o Serviço Internacional para a Aquisição de Aplicações Agro-Biotecnológicas (ISAAA, em inglês), o Brasil se tornou o segundo maior produtor de transgênicos do mundo em área plantada, alcançando 21,4 milhões de hectares. O país fica atrás somente dos EUA, que somam 64 milhões de hectares com plantações de transgênicos.

Transgênicos são ruins para o seu corpo, para a comunidade, para os agricultores e para o meio ambiente. Saiba suas desvantagens e riscos
  1. As consequências para a saúde do consumo de organismos geneticamente modificados são amplamente desconhecidas. Alimentos geneticamente modificados, não demonstraram ser seguros para o consumo e podem ter consequências imprevisíveis. Quando as gorduras trans foram introduzidas pela primeira vez, as empresas lutaram para obtê-las em suas prateleiras de supermercado - e é apenas décadas mais tarde, que estes alimentos que uma vez já foram novos no mercado, têm sido comprovadoserem extremamente insalubres. Muitos cientistas estão preocupados com os alimentos geneticamente modificados, que uma vez consumidos, possam transmitir seus genes mutantes às bactérias do sistema digestivo (as probióticas), assim como as plantas de canola na beira das estradas de Dakota do Norte. Como essas novas cepas de bactérias podem afetar o equilíbrio do nosso organismo é sempre uma incógnita
  2. Quando seu sistema imunológico encontra uma sequência genética que supostamente deveria ser um "alimento", mas nunca o havia encontrado antes, ele o ataca como se fosse um invasor. O alimento torna-se essencialmente uma toxina. Isto inicia uma resposta inflamatória, e a inflamação crônica é a principal razão para a maioria das doenças crônicas. O local chave onde ocorre a inflamação é no seu intestino. A inflamação intestinal é um precursor de todos os tipos de problemas crônicos, seja de doença cardíaca, disfunção tireoidiana, artrite a doenças autoimunes. Desde a introdução do milho e da soja transgênicos na dieta americana em 1996, numerosas desordens relacionadas com a inflamação gastrointestinal vêm a aumentando.
  3. Com a reunião de provas científicas salientando a saúde humana e a toxicidade ambiental de alimentos transgênicos, e o crescente alarme sobre os pesticidas tóxicos, como o Roundup da Monsanto que invariavelmente acompanham os organismos geneticamente modificados (OGM), atualmente 64 nações exigem rotulagem obrigatória dos OGM. Numerosos estados e regiões na União Europeia, e várias dezenas de nações, incluindo a Suíça, Austrália, Áustria, China, Índia, França, Alemanha, Hungria, Luxemburgo, Grécia, Bulgária, Polônia, Itália e Rússia, proibiram completamente culturas OGM. Na União Europeia (UE), onde as leis de rotulagem são obrigatórias, poucas culturas  ou nenhuma de OGM ou alimentos estão no mercado (com excepção de alimentos importados OGM para animais). Além da proibição de OGM, um número crescente de países, incluindo El Salvador e Sri Lanka, começaram a proibir o uso de Roundup da Monsanto. Este herbicida tóxico é pulverizado pesadamente em 84 por cento de todas as culturas de OGM, e cada vez é mais aplicado como um dessecante pré-colheita, ou agente de secagem, em dezenas de outras culturas não-OGM, incluindo trigo, arroz, feijão, batata, cevada, aveia, linhaça, ervilhas, lentilhas, e cana-de-açúcar.
  4. A prestigiada IARC (Agência Internacional de Pesquisa do Câncer), da Organização Mundial de Saúde publicou um relatório em março de 2015, declarando que o herbicida Roundup da Monsanto (que tem o glifosato como agente ativo), pulverizado pesadamente em 84 por cento de todas as culturas de OGM (incluindo a soja, milho, algodão, canola e beterraba açucareira) é um "provável agente cancerígeno". Após a análise de 44 estudos científicos, a metade do júri da IARC achava que o glifosato deveria ser classificado como um Grupo 1: "conhecido agente cancerígeno". Dado o fato de que novos estudos revisados por pares condenando o glifosato, estão sendo publicados quase todas as semanas, a IARC pode muito bem reclassificar glifosato como um "conhecido agente cancerígeno" em um futuro próximo. Saiba mais sobre os riscos do glifosato aqui.
  5. A engenharia genética reduz a diversidade genética. Quando os genes são mais diversificados, eles são mais robustos; é por isso que um cão de raça pura tende a ter mais problemas de saúde do que o querido vira-lata. Plantas com diversidade genética reduzida não conseguem "nem de longe" lidar com a seca, ataques de fungos ou insetos tão bem quanto as plantas naturais, o que pode ter consequências desastrosas para os agricultores e comunidades dependentes da cultura de transgênicos para sua subsistência.
  6. Uma vez que os genes mutantes estão fora do saco, não há como voltar atrás. Os organismos geneticamente modificados contaminam as sementes existentes com o seu material alterado, passando em traços modificados para as espécies não visadas. Isso cria uma nova cepa de planta que nunca foi modificada em laboratório. Na Dakota do Norte, estudos recentes mostram que 80% das plantas de canola selvagens testadas continham pelo menos um transgene. No Japão, uma bactéria modificada criou um novo aminoácido não encontrado na natureza; este foi usado em bebidas de proteína e antes de ser feito o recall já havia causado dano mental e metabólico grave a centenas de pessoas, assim como várias mortes. O Japão proibiu os transgênicos depois dessa experiência horrível. Borboletas monarca também morreram depois de ingerirem sua comida favorita, serralha, que foi uma polinização cruzada a partir do milho Bt que o tornou tóxico para estas espécies ameaçadas de extinção.      
  7. Transgênicos não são a resposta para a segurança alimentar mundial. Cultivos geneticamente modificados não mostraram aumento no rendimento e nenhuma diminuição no uso de agrotóxicos. Em muitos casos, tecnologia agrícola convencional tem se mostrado de muito mais sucesso.
  8. Alimentos geneticamente modificados não têm sido comprovados como seguros, e os poucos estudos realizados não parecem tão bons. Os órgãos de ratos que comiam batatas geneticamente modificadas mostraram sinais de cansaço crônico, e as exemplares de ratos do sexo feminino alimentados com uma dieta de soja resistentes a herbicidas deu à luz a filhotes atrofiados e estéreis
  9. Grandes empresas de biotecnologia têm um histórico muito superficial, mas mais uma vez o que você espera de organizações que querem patentear o abastecimento de alimentos do mundo? Essas empresas de biotecnologia maciça têm um histórico de contaminação tóxica, enganarem o público e de processarem os pequenos agricultores quando suas sementes patenteadas passaram para o outro lado da cerca. Empresas de biotecnologia vendem sementes estéreis para fazendeiros africanos, o que significa que as sementes são boas apenas por uma temporada, porque as plantas que crescem não serão capazes de se reproduzirem. Os agricultores devem comprar novas sementes a cada ano em vez de suas plantas crescerem a partir do que havia sido cultivado no ano anterior. Transgênico não é amigo dos agricultores. Transgênicos exigem enormes quantidades de pesticidas, herbicidas e fungicidas. Essas coisas são venenos, e não deveriam ser consumidas ou permitidas de escoarem para o nosso abastecimento de água. Mas elas são, a cada dia, por empresas que se preocupam muito mais com os lucros do que com a sua saúde, o meio ambiente ou o futuro de seus filhos.
  10. O pior de tudo é que os organismos geneticamente modificados não foram comprovados de forma alguma serem seguros, e a maioria dos estudos estão, na verdade, tendendo para outra direção, razão pela qual muitos dos países do mundo têm proibido esses itens cujo DNA tenha sido geneticamente modificadoNos Estados Unidos, eles nem sequer rotularammuito menos proibiram, de modo que a maioria da população não tem ideia do que está ingerindo DNA criado em laboratório no seu dia a dia e sendo feita de cobaia.   
Agora que você sabe, a melhor defesa é a compra de alimentos orgânicos certificados, que não podem conter transgênicos e diga para seus amigos e entes queridos para fazerem o mesmo, inclusive com os animais deles!

Leia também: 7 Alimentos Transgênicos que Consumimos sem Saber: Inclusive sua Cerveja


Cultivo de Alimentos Transgênicos em milhões de hectares de 2011

Referências:

http://www.purezing.com/ 


http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2012/09/15/genetic-roulette-gmo-documentary.aspx

http://reporterbrasil.org.br/2013/11/legalizados-ha-10-anos-transgenicos-vivem-apoteose-no-brasil/

http://www.eathealthyfoods.ca/


http://www.saynotogmos.org/ 


http://www.theguardian.com/environment/graphic/2012/feb/09/gm-crops-world-2011-map

http://www.commondreams.org/views04/0220-09.htm