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quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Andar Descalço na Terra: Um Antioxidante Definitivo que Combate o Envelhecimento Precoce de Graça

Tradução do artigo do Dr. Mercola realizada em 05/08/2015 também presente em inglês em meu blog aqui.

Você percebe que você se sente melhor quando anda descalço na Terra? Uma pesquisa recente explicou porque isso acontece.

Suas funções do sistema imunológico funcionam de forma ideal quando o seu corpo tem uma oferta adequada de elétrons, que são facilmente e naturalmente obtidos pelo contato dos pés descalços com a Terra.


A pesquisa indica que os elétrons da Terra têm efeitos antioxidantes que podem proteger seu corpo de inflamação e suas muitas consequências para a saúde bem documentadas. 

Na maior parte da nossa história evolutiva, os seres humanos tiveram contato contínuo com a Terra.

Só muito recentemente é que substâncias como o asfalto, madeira, tapetes e plásticos impediram este contato.


Sabe-se que a Terra mantém um potencial elétrico negativo sobre a sua superfície. Quando você está em contato direto com o solo (andando, sentando, ou deitando na superfície da terra) os elétrons da terra são conduzidos para o seu corpo, fazendo com que ele tenha o mesmo potencial elétrico da terra. Ter contato direto com a terra, aterra o seu corpo, induzindo alterações fisiológicas e eletrofisiológicas favoráveis que promovem uma saúde melhor.

Há uma ciência emergente documentando como o contato condutivo com a Terra, que também é conhecida como aterramento, é altamente benéfico para a sua saúde e completamente seguro. O aterramento parece para minimizar as consequências da exposição a campos potencialmente causadores de distúrbios como a "poluição eletromagnética" ou a "eletricidade suja".


Algumas evidências recentes sustentam esta abordagem, envolvendo vários estudos que documentam o contato com a Terra (aterramento), à melhoria da viscosidade sanguínea, da variabilidade da frequência cardíaca, da inflamação, da dinâmica do cortisol, do sono, do equilíbrio do sistema nervoso autônomo (SNA) e da redução dos efeitos do stress.


Um Antioxidante Definitivo e Anti-inflamatório


O Contato com a Terra ou o aterramento é definido como andar com os pés descalços no chão, seja na terra, grama, areia ou concreto (sobretudo quando úmido ou molhado). 

Quando você tem contato com a terra (solo) rica em elétrons, ocorre um melhor equilíbrio do sistema nervoso simpático e parassimpático.

A Terra é uma fonte natural de elétrons e campos elétricos sutis, que são essenciais para o bom funcionamento do sistema imunológico, circulação, sincronização de biorritmos e outros processos fisiológicos e podem realmente ser o mais eficaz, essencial, menos dispendioso e mais fácil antioxidante .


A ciência moderna tem documentado extensivamente a relação entre a inflamação e todas as doenças crônicas, incluindo as doenças do envelhecimento e do próprio processo de envelhecimento. É importante entender que a inflamação é uma condição que pode ser reduzida ou prevenida pelo contato do seu corpo com a Terra, o que praticamente todos os seus antepassados fizeram por centenas, senão milhares de gerações.


Como o Tênis de Corrida Moderno Pode Estar Destruindo a Sua Saúde


Os materiais como os metais são condutores elétricos. Eles contêm elétrons livres ou móveis que podem levar energia elétrica de um lugar para outro.


O seu corpo é um tanto condutor, porque contém um grande número de íons carregados (chamados eletrólitos) dissolvidos em água. Seu sangue e outros fluidos corporais, portanto, são bons condutores. Elétrons livres ou móveis também podem se mover dentro de seu corpo


Outros materiais, chamados isolantes, têm pouquíssimos elétrons livres ou móveis. Plástico e borracha são bons isolantes e são usados para cobrir os fios elétricos para impedir que os condutores encostem uns nos outros e de tocar sua pele, o que poderia lhe dar um choque.


Tradicionalmente sapatos eram feitos de couro, que, na verdade, conduzem elétrons e, portanto, mantém um contato condutor entre a Terra e seus pés. No entanto borracha moderna e plásticos são isolantes elétricos e, portanto, bloqueiam o fluxo benéfico dos elétrons da Terra com o seu corpo.


Como os Diferentes Tipos de Eletricidade Impactam o Contato com a Terra


Existem três formas diferentes de eletricidade:

  • Corrente contínua (CC ou DC) de eletricidade
  • A corrente alternada (CA ou AC) de eletricidade, e
  • Eletricidade estática

Todas estas formas de eletricidade estão presentes no ambiente e podem afetar a maneira como você se sente.

Corrente contínua ou DC, considere uma lanterna comum com duas pilhas. Quando a luz é ligada, a corrente criada por meio de reações químicas nas pilhas que fazem com que os elétrons fluam para a lâmpada, que converte a energia elétrica em luz. O campo elétrico se movimenta para o bulbo praticamente instantaneamente, enquanto os elétrons se movem lentamente - cerca de três polegadas por hora (7,62 cm/h).


Corrente alternada ou AC é o tipo de energia que é entregue em residências e empresas. Corrente alternada é produzida por geradores elétricos e é distribuída para uma comunidade através de fios que são suspensos ou subterrâneos.


Em contraste à eletricidade da corrente contínua, o fluxo real de elétrons em um circuito de corrente alternada é praticamente zero, como os elétrons vibram, principalmente para trás e para a frente (60 vezes por segundo na América do Norte e 50 vezes na Europa) sem de fato se movimentarem ao longo do fio. Portanto, para uma corrente alternada em um cabo de luz típico, os elétrons não estão realmente em "fluxo." Em vez disso, eles vibram e para trás por uma distância de cerca de um centésimo de milésimo de uma polegada (2,5 cm).


Isto significa que os elétrons na fiação da sua casa são, provavelmente, os mesmos presentes da época que sua casa foi construída. Em contraste com a corrente contínua, os elétrons excitados por um gerador não fluem para a sua casa e depois voltam para o gerador, após terem fornecido a energia para suas lâmpadas ou aparelhos. Os fluxos de energia elétrica têm aproximadamente a velocidade da luz; os elétrons apenas vibram para a frente e para trás.


Este ponto é importante, por causa da confusão sobre o assunto devido a afirmações como esta: "Toda vez que um elétron deixa uma usina de energia para gerar eletricidade para nossas casas, escolas e escritórios, ele deve retornar para gerar mais eletricidade - lei fundamental da física." Esta afirmação é completamente incorreta.


Não há absolutamente nenhuma lei fundamental da física que requer que o elétron seja enviado por um gerador de corrente alternada, volte ao gerador para gerar mais eletricidade.


Também tem-se afirmado que as empresas de energia começaram a usar a Terra como uma parte do circuito de corrente alternada para economizar na despesa de fios necessários para atender às demandas crescentes de energia elétrica. Mais uma vez, esta afirmação é completamente imprecisa e enganosa. É uma declaração que leva alguns a acreditarem que andar descalço ou usando dispositivos de contato com a Terra irá conectar as pessoas ao sistema de distribuição elétrica e, assim, eletrizar seus corpos com a eletricidade de corrente alternada.


Na verdade, o Código Elétrico Nacional dos EUA não permite a ligação de um sistema elétrico diretamente com a Terra. Em outras palavras, a Terra não leva uma corrente de retorno de volta para o gerador. Em vez disso, sistemas elétricos estão aterrados para proteger de raios e outros eventos extraordinários.


Como as Conexões Elétricas da sua Casa Podem Prejudicar a sua Saúde


A fiação em casas e prédios e no sistema de distribuição de energia atua como uma antena que pode transmitir e receber ambos os campos eletromagnéticos naturais e criados pelo homem. Muitas tecnologias contribuem significativamente ao nosso ambiente eletromagnético: torres de telefonia celular, Wi-Fi, roteadores wireless (sem fio), televisão por satélite e telefones sem fio. E uma variedade de dispositivos geram picos ou transientes que distorcem o campo elétrico de 60 ciclos na fiação, particularmente quando os aparelhos são ligados ou desligados.


Aqui estão alguns exemplos comuns:

  • Reatores utilizados na iluminação fluorescente 
  • Iluminação de alta eficiência, tais como lâmpadas CFL (fluorescentes compactas) 
  • Discos rígidos de computador 
  • Aquecedores elétricos
  • Secadores de cabelo 
  • Refrigeradores e  ar condicionados
  • Aspiradores de pó

Para ilustrar esse fenômeno, vamos usar o exemplo da geladeira ou ar condicionado de seu vizinho, sendo ligados ou desligados. Isso produz um "pico" elétrico repentino que viaja através das linhas de energia para o sistema elétrico da sua casa. Um sinal é também irradiado para a atmosfera, porque a fiação atua como uma antena. 

Esses vários sinais e distorções do campo de corrente alternada em conjunto, criam o que algumas pessoas se referem como "eletricidade suja". Foram feitas tentativas de vincular esses fenômenos a uma variedade de efeitos à saúde. Houve um debate considerável sobre esta questão.


Algumas pessoas parecem ser muito sensíveis a campos eletromagnéticos e podem ficar doentes, se forem expostas a eles, enquanto outros não são sensíveis. Alguns têm defendido o uso de filtros para remover a chamada "energia suja" que flui através da fiação da casa. O problema é campos elétricos alternados estão presentes em todo o ambiente - eles são irradiados dos fios, mesmo quando nenhuma corrente está fluindo através deles.


É, portanto, impossível que um filtro evite a exposição a campos elétricos e o ruído produzido pelos aparelhos, como descrito acima.


Em uma revisão de 2010, Frank De Vocht da Universidade de Manchester do Centro de Saúde Ocupacional e Ambiental no Reino Unido, encontrou apenas sete estudos publicados que suportam a alegação de que a eletricidade suja é um componente biologicamente ativo da poluição eletromagnética padrão. Cada estudo tinha falhas metodológicas importantes em seu projeto experimental, avaliação da exposição e análise estatística. De Vocht concluiu que as falhas nos estudos impediam uma avaliação válida de qualquer ligação causal entre a exposição e os efeitos adversos. Além disso, alguns estudos sugerindo benefícios a saúde com a utilização dos filtros, eram experimentos não controlados envolvendo apenas alguns assuntos.


Você Pode Mensurar Como o Contato com a Terra, Reduz sua Voltagem


Um medidor de tensão corporal (Body Voltage Meter) pode determinar quanta eletricidade está sendo induzida em você, quando você está deitado na cama ou sentado em uma cadeira, e quanta carga elétrica é reduzida através do aterramento (contato com a Terra).

Body Voltage Meter

Medidor de Tensão Corporal


Um medidor deste tipo é mostrado acima. Uma grande quantidade de medidores de baixo custo, como este, estão disponíveis na Radio Shack e outros locais. Um dos terminais do medidor é tocado com o dedo, enquanto o outro terminal conectado a um fio (fio terra) que liga a uma haste na Terra ou em um solo adequado para o sistema elétrico. É importante que o medidor de tensão corporal tenha a capacidade de medir o potencial eléctrico AC entre a pele e a superfície da Terra.

Electrical Outlet
Só porque uma tomada (elétrica) tem um terceiro plugue, não significa necessariamente que ela foi instalada corretamente. A única maneira de saber com certeza, seria testá-la. O dispositivo mostrado aqui, chamado de um verificador de circuito (circuit checker), pode determinar se o terminal de aterramento de uma tomada está devidamente aterrada e, portanto, pode ser usada como sistemas de aterramento pessoal ou com o medidor de tensão corporal descrito acima.

O fio que vai para o abajur ao lado de sua cama está irradiando um campo elétrico alternado, mesmo quando a lâmpada está desligada. A pesquisa mostrou que andar descalço na Terra ou o contato com a Terra com um sistema de aterramento, na verdade, estabiliza o ambiente elétrico interno ao redor de seu corpo e é, portanto, benéfico.


Até que estudos em grande escala e investigações mecânicas sejam concluídos, muitos cientistas e muitas empresas de energia elétrica têm sugerido que aqueles que usam aparelhos elétricos "evitem por prudência" o que significa que eles devem minimizar sua exposição a fontes de energia elétrica até que a evidência científica seja mais definitiva.


No contexto de "evitar por prudência", alguns defensores de sistemas de contato com a Terra têm enfatizado que este contato reduz significativamente a sua exposição a campos provenientes da fiação elétrica, usando evidências fornecidas pelo medidor de tensão corporal, como mostrado acima. Enquanto isto provavelmente está correto, reduzir a exposição a campos de frequência de energia (incluindo campos eletromagnéticos sujos), não é a consequência mais importante do contato com Terra. Muito mais significativo para a saúde, é a capacidade dos sistemas do contato com a terra (aterramento) de fornecerem elétrons antioxidantes que estabilizam o funcionamento do sistema imune e de outros processos fisiológicos no corpo.


Os Benefícios à Saúde Devido ao Contato com a Terra


A consequência mais importante do contato com a Terra à saúde é fornecer ao seu corpo elétrons abundantes provenientes da Terra. A investigação científica e hipóteses relacionadas ao contato com a Terra apontam seu grande impacto sobre o processo inflamatório como resultado dessa transferência de elétrons.


Seu corpo desenvolveu um meio para matar as bactérias que utilizam espécies reativas de oxigênio (ROS) que são levadas a um local com lesão pelas células brancas do sangue. Embora muito eficaz nessa tarefa, os ROS também são muito reativos bioquimicamente e podem danificar os tecidos saudáveis. Os ROS geralmente são moléculas carregadas positivamente que necessitam ser imediatamente neutralizadas para impedir que se difundam nos tecidos saudáveis.


Essa é uma das principais razões pelas quais seu corpo necessita uma oferta abundante de cargas negativas. Alimentos antioxidantes como a astaxantina (presente no óleo de Krill) são úteis, mas um fornecimento regular de elétrons da Terra, pode fornecê-las também.


A natureza resolveu este problema, fornecendo sistemas de condutores dentro de seu corpo que transmitem elétrons provenientes seus pés para todas as partes de seu corpo. Este tem sido o arranjo natural durante a maior parte da história humana. Cargas negativas sempre estiveram disponíveis, graças à Terra, para evitar que o processo inflamatório danificasse os tecidos saudáveis.


Tudo isso mudou quando começamos a usar sapatos com solas de borracha e plástico, e já não dormíamos em contato direto com a Terra. Uma variedade de medidas de estresse fisiológico mostram que a pessoa que está ligada à Terra é menos estressada e mais relaxada. Estas medidas demonstram uma mudança de ativação do sistema nervoso simpático para o parassimpático, diminuição da tensão muscular, e aumento da variabilidade da frequência cardíaca.


Independentemente ou não do contato com a Terra reduzir a exposição à campos ambientais, estes estudos demonstram fortemente que o contato com a Terra não estressa o corpo; na verdade, este contato (com a Terra) reduz todos os parâmetros de estresse utilizados em estudos.


Preocupações com o Contato com a Terra


Quando me conscientizei sobre o contato com a Terra em 2005, inicialmente fiquei fascinado com o conceito. Mas depois de revisá-lo com alguns dos meus mentores em medicina energética havia uma preocupação de que este contato com a Terra pudesse aumentar a exposição a chamada "poluição eletromagnética" ou "eletricidade suja". 


No entanto, uma análise mais cuidadosa revelou que o aterramento ou contato com a Terra realmente diminui a exposição a estes campos potencialmente causadores de distúrbios. Para entender porque isso é assim, é fundamental olhar para a biofísica básica da eletricidade e do magnetismo.

A maior parte da confusão sobre este tema é devido em parte ao fato de que a investigação do contato do corpo humano com a Terra, estar abrindo novas perspectivas, e exige uma nova verificação dos princípios básicos da eletricidade e do magnetismo, como aplicado à fisiologia e à medicina. Outra fonte de confusão surge da uma crença de que as frequências não naturais, referidas como "poluição eletromagnética" e fluxo "de energia elétrica suja" através das fiações das casas, podem ser removidas com filtros. A realidade é que estes sinais estão presentes praticamente em todos os lugares de nosso ambiente, como as radiações eletromagnéticas, e não podem ser completamente removidos com filtros (na fiação).

O aterramento ou contato com a terra, diminui significantemente sua exposição a estes campos eletromagnéticos potencialmente causadores de distúrbios, mas mais uma vez, vamos enfatizar que este não é o efeito mais importante do contato com a Terra.

O Contato com a Terra Pode ser o Elo que Está Faltando para Você Ficar Saudável

O contato com a Terra pode ser um dos fatores mais importantes negligenciados na saúde pública. Quando este contato é restabelecido, muitas pessoas relatam uma melhora significativa em uma ampla gama de doenças, incluindo na fadiga crônica.

Estas Mudanças São Rápidas e Muitas Vezes Ocorrem Dentro de 30 Minutos.

Até agora, todos os indivíduos que relataram que tiveram problemas inflamatórios têm se beneficiado do contato com a Terra. Isto inclui as pessoas com várias doenças autoimunes graves. Note que não afirmamos que o contato com a Terra é um "tratamento" ou uma "cura" para qualquer doença ou distúrbio. Em vez disso, pode-se dizer sem qualquer dúvida que o corpo humano evoluiu em contato com a Terra e precisa manter este contato natural a fim de funcionar adequadamente.


Quando você fornece a seu corpo uma fonte constante de elétrons livres, através da alimentação ou do contato com a Terra, ajuda a reduzir radicalmente a inflamação que é amplamente reconhecida como um dos principais fatores que contribuem para o envelhecimento prematuro e doença crônica.

Trecho de outro artigo do dr. Mercola 

Como conectar-se à terra em lugares fechados e abertos

Andar descalço é uma das melhores e mais fáceis maneiras de se conectar à terra, mas você precisa fazer isso na superfície adequada. Várias superfícies do mundo atual NÃO permitem a transferência de elétrons entre a terra e o corpo. Isso inclui o asfalto, a madeira, o plástico, o vinil, o alcatrão e o piche. Entre as superfícies que permitem a conexão do corpo à terra estão:
  • Areia (praia)
  • Grama (úmida, de preferência)
  • Chão batido
  • Concreto e tijolos (desde não sejam pintados ou selados)
  • Azulejos
Até mesmo em lugares fechados, e no avião, existem maneiras de se conectar à terra. Conforme observado no filme, tocar a torneira com uma mão enquanto faz a barba com a outra ajuda na conexão à terra. No avião, você pode tirar os sapatos e colocar os pés (descalços ou com meias) nos suportes de aço da cadeira em frente, pois isso também ajuda a conectar-se à terra.
Existem também almofadas de aterramento que se pode usar para dormir ou sentar, e que são benéficas principalmente se você mora em um prédio alto.
 
Fontes:

http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2012/11/04/why-does-walking-barefoot-on-the-earth-make-you-feel-better.aspx?x_cid=20150428_ranart_why-does-walking-barefoot-on-the-earth-make-you-feel-better_facebookdoc 


http://portuguese.mercola.com/sites/articles/archive/2016/08/25/aterramento-andar-descalco.aspx?utm_source=facebook.com&utm_medium=referral&utm_content=facebookmercolaport_lead&utm_campaign=20160826_aterramento-andar-descalco

domingo, 24 de maio de 2015

Vídeo do Dr. Lair Ribeiro: Descarregue a Poluição Eletromagnética na Terra e Tenha mais Saúde


Dr. Lair Ribeiro, médico cardiologista/nutrólogo, autor de 35 (15 best sellers) livros, 25 dos quais são traduzidos para outros idiomas e disponíveis em mais de 40 países, na área de autoconhecimento e 149 trabalhos científicos publicados em revistas médicas americanas indexadas. O Dr. Lair Ribeiro teve a oportunidade de viver 17 anos nos EUA e trabalhar em três universidades americanas – Harvard Medical School, Baylor College of Medicine e Thomas Jefferson University. Além disso, foi diretor médico da Merck Sharp & Dohme e diretor executivo, chegando a vice-presidente, da Ciba Corporation (hoje Novartis). Ele hoje trabalha em vários países da América do Sul, Central, do Norte e na Europa ministrando conferências e Workshops sobre desenvolvimento pessoal/profissional e faz também cursos para médicos na área de antienvelhecimento e modulação hormonal bioidêntica.

Saiba mais, neste artigo do Dr. Mercola, clicando no link a seguir: Uso Frequente de Telefone Celular pode Quadruplicar o Risco do Câncer Cerebral Letal. Saiba também sobre os riscos do Wi-Fi aqui.


Fontes:

http://www.lairribeiro.com.br/quem-somos/

sábado, 10 de janeiro de 2015

WI-Fi: A Morte Invisível que Está Destruindo a Geração Mais Jovem de Todo o Mundo

wifi A Morte Invisível que Está Destruindo a Geração Mais Jovem em Todo o Mundo
A Agência de Proteção Sanitária da Grã Bretanha, em um estudo realizado em 2007, constatou que a “radiação de micro-ondas na gama de frequência do wi-fi, causa alterações de comportamento, altera as funções cognitivas, ativa a resposta ao estresse e interfere nas ondas cerebrais.” Também mencionaram os possíveis riscos para a saúde das crianças que frequentam escolas com redes sem fio.

Já havíamos visto mês passado no post “Uso de Extensivo de Telefone Celular Pode Triplicar Risco de Câncer de Cérebro” que o uso intenso de telefones celulares podem triplicar o risco de câncer de cérebro.
E não é de se duvidar que a radiofrequência dos celulares e sem fio, das torres de telefonia móvel e das redes WI-FI emitam radiação que de uma maneira ou outra, afete as pessoas que estão dentro do seu raio de ação.
 
O estudo “Interphone”, realizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e publicado na International Journal of Epidemiology, apesar de não fornecer provas conclusivas sobre supostas terminais de segurança levanta suspeitas. Em uma revisão realizada em junho de 2010, assegurou que para cada cem horas de uso de seu celular, o risco de meningioma – tumor cerebral – aumentou 26 por cento.
 
Fernando Pérez, vice-presidente da Fundação para a Saúde Geoambiental aponta que as crianças em casa são as mais vulneráveis, juntamente com as mulheres grávidas, idosos e enfermos. “Todos os estudos epidemiológicos tem demonstrado os efeitos reais das radiações na saúde e no desenvolvimento das crianças“, explica Pérez.
Claro que há outros estudos que afirmam que a exposição a este tipo de radiação é seguro. Mas se fosse assim, por que estão tomando medidas na Europa Um dos exemplos mais contundentes vem de seu vizinho. Na França, estão eliminando as redes wi-fi em bibliotecas, colégios e lugares públicos, “mas na Espanha a  a lei remonta a 2001 e estabelece limites máximos que 4.000 vezes superiores aos recomendados pelo últimos estudos“, aponta Pérez.
 
Por outro lado, existem ‘relatórios científicos’, que afirmam que as redes wi-fi são totalmente inofensivas, mas não se esqueça que a maioria destes “relatórios” são pagos pela “aliança WiFi” uma associação que representa a indústria WLAN, composta por mais de 200 grandes empresas.
 
Os sintomas de uma alta exposição a redes wi-fi se manifestam como dor de cabeça, cansaço crônico, dificuldade para dormir, palpitações, dor de ouvido e insônia.
Por isso, o melhor é prevenir, se for o caso. Estas são algumas medidas que podem nos proteger das radiações wi-fi, tanto no escritório como em casa.
1 - Desconectar a conexão quando não estiver usando, especialmente durante a noite.
2 - Substitua o acesso sem fio, mediante cabo de rede, ou um PLC que permite que você use suas próprias tomadas elétricas e soquetes como rede local.
3 - Não abuse do celular. O melhor é utilizá-lo com a função viva voz ativada.
4 - Não utilize telefones sem fio DECT em sua casa, os quais emitem grandes doses de radiação. Se não tiver outra opção a não ser um telefone sem fio, escolha as opções tipo ECODECT, que pelo menos evita o problema quando o telefone está descansando na base.

Leia mais:

Uso Frequente de Telefone Celular pode Quadruplicar o Risco de Câncer Cerebral 



Os Danos da Radiação do Telefone Celular à Fertilidade Masculina NN
[Estudo] Os Danos da Radiação do Telefone Celular à Fertilidade Masculina

Fontes:

- http://www.noticiasnaturais.com/2014/07/wi-fi-a-morte-invisivel-que-esta-destruindo-a-geracao-mais-jovem-em-todo-o-mundo/#comment-20506
- Periodismo Alternativo: WI-FI: la muerte invisible que está destruyendo a la generación más joven en todo el mundo
Eco Portal: WI-FI: la muerte invisible que está destruyendo a la generación más joven en todo el mundo
Estudo: Brain tumour risk in relation to mobile telephone use: results of the INTERPHONE international case–control study

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Uso Frequente de Telefone Celular pode Quadruplicar o Risco do Câncer Cerebral Letal

Vídeo sobre Celular X Câncer Cerebral (em inglês)


06 de Janeiro de 2015.


Tradução do texto do Dr. Mercola também presente em meu blog (em inglês) link.


Ninguém quer ouvir que algo "indispensável" como o seu telefone celular pode causar graves danos à sua saúde, mas é exatamente isso o que evidências crescentes dizem que nós estamos confrontando.

Os telefones celulares e outros dispositivos têm o potencial de causar todos os tipos de problemas de saúde, desde dores de cabeça a tumores cerebrais. A ligação entre o câncer de cérebro e uso do telefone celular tem sido particularmente persistente, e pesquisa de montagem só fez esta associação mais forte ...

Como mencionado no vídeo apresentado, estudos anteriores mostraram que as pessoas que começaram a usar os telefones celulares muito antes dos 20 anos têm quatro a cinco vezes mais chances de terem câncer no cérebro por volta de 26-29 anos de idade, em comparação com aqueles cuja exposição é mínima.

Em 2011, a Agência Internacional de Pesquisa do Câncer (IARC), braço direito da Organização Mundial da Saúde (OMS), declarou que telefones celulares pertencem à a Classe B dos Carcinógenos, ou seja, um "possível agente causador de câncer ", com base na pesquisa disponível.
Isso coloca os telefones celulares na mesma categoria do escapamento do motor diesel, alguns pesticidas, e alguns metais pesados. O painel de especialistas decidiu que não havia "evidência" de que o uso do telefone celular regular aumentou o risco de dois tipos de tumores - tumores cerebrais (gliomas) e neuromas acústicos.

Quando você considerar o fato de que seu corpo é bioelétrico, é mais fácil de entender como e porque pode ocorrer dano biológico decorrente do uso de telefones sem fio.
Para começar, seu corpo usa elétrons para se comunicar, e dentro de cada célula estão as mitocôndrias, que são as "usinas de energia" da célula, e essas mitocôndrias pode ser afetadas adversamente por campos eletromagnéticos, resultando em disfunção celular. Outros mecanismos de danos também foram descobertos nos últimos anos.

O Uso de Telefone Sem Fio Aumenta o Risco de Tumor Cerebral Maligno

As últimas análises, publicadas online antes da impressão, em outubro, foram realizadas pelo Dr. Lennart Hardell, professor de oncologia na Universidade de Örebro, na Suécia, e o estatístico Michael Carlberg da mesma Universidade.

Eles analisaram os dados dos dois estudos de casos-controlados anteriores em pacientes suecos com diagnóstico de tumores cerebrais malignos durante os períodos de 1997-2003 e de 2007-2009.
Os pacientes tinham entre as idades de 18 e 80 anos de idade na época do diagnóstico. O uso do telefone celular foi apurado através de questionários. (O uso de um dispositivo de mãos livres (hands-free) foi considerado como não-exposição). Ao todo, cerca de 1.500 pacientes com câncer cerebral foram incluídos, juntamente com 3.530 do grupo de controle que não tinham câncer.

Pela análise de regressão, ajustada por sexo, idade, ano de diagnóstico, e índice socioeconômico, as chances de desenvolver um câncer maligno e altamente letal no cérebro chamado glioma aumentou concomitantemente com o aumento do uso do telefone celular.

Quanto mais horas gastas com um telefone celular nos seus ouvidos, e quanto mais anos que eles haviam passado usando um telefone celular, mais altas as chances eram:
  • Aqueles que registraram o maior número de horas falando em seus telefones celulares eram duas vezes mais propensos a desenvolver glioma em comparação com aqueles que os utilizaram menos 
  • Aqueles que usaram ou um telefone celular ou telefone sem fio por mais de 25 anos tiveram o triplo do risco de glioma, em comparação com aqueles que tinham usado um telefone wireless (sem fio: celular ou telefone sem fio doméstico) por menos de um ano
Para colocar essa proporção de risco em alguma perspectiva, mais de cinco pessoas em cada 100.000 foram diagnosticados com câncer maligno no cérebro, entre 1995 e 2002. Se esta taxa triplicar, as chances de desenvolver um tumor cerebral maligno aumentam para cerca de 16 em cada 100.000.Mas, há também sinais de que a tecnologia está ficando cada vez mais prejudicial, e não menos, assim ... Como foi observado no artigo em destaque"Os estudos de caso-controle períodos foram realizados em períodos durante os quais as tecnologias de telefonia mudaram consideravelmente. Tudo começou com telefones analógicos primeira geração que tinham uma potência de 1 W de saída de cerca de 900 MHzA segunda geração GSM (Global System for Mobile Communication - Sistema Global de Comunicação Móvel) telefones (2G), com frequência ou 900 ou 1800 MHz tinha potência pulsada de saída com uma média dezenas de mW.A terceira geração (3G) de telefones UMTS (Universal Mobile Telecommunication System - Sistema Universal de telecomunicações móveis) operam mais numa amplitude modulada que pulsada, e geralmente usam uma ampla faixa de frequência (largura de 5 MHz) de 700-3590 MHz em uma base mundial, e 900-2170 MHz na Europa com uma potência de saída da ordem de dezenas de mW ".
Os resultados mostram que os telefones 3G pode causar mais mal do que as versões anteriores, aumentando o risco de câncer no cérebro em quatro vezes. Ele também parece ter menor período de latência, apenas 5 a 10 anos, em comparação com cerca de 25 anos para as versões anteriores do telefone móvel.

Mecanismos Propostos de Danos

Um mecanismo de dano, publicado em 2010, explica como campos eletromagnéticos danificam suas células e DNA pela indução de uma resposta ao estresse celular. A pesquisa foi conduzida pelo Dr. Martin Blank, PhD, um ex-professor adjunto na Universidade de Columbia, no departamento de fisiologia e biofísica celular, e ex-presidente da Sociedade Bioeletromagnética.
Ele fez um discurso informativo em 18 nov 2010 para a Commonwealth Club of California program (Clube da Comunidade do Programa da Califórnia), "Os efeitos dos campos eletromagnéticos a Saúde", co-patrocinado pela ElectromagneticHealth.org.Em sua palestra, o Dr. Blank explicou que o DNA, com a sua estrutura de "bobina de bobinas" , é muito vulnerável a campos eletromagnéticos. Ele possui as mesmas características estruturais de uma antena fractal (condução eletrônica e auto-simetria), e estas duas propriedades permitem uma maior reatividade do DNA a campos eletromagnéticos que outros tecidos. Além disso, não é necessário calor para este dano ao DNA ocorrer. Dr. Blank acredita que o dano potencial de tecnologias sem fio pode ser significativo, e que há uma imensidade de pesquisas científicas que apoiam tais suspeitas.Uma revisão de 11 estudos epidemiológicos de longo prazo publicados na revista Surgical Neurology (Neurologia Cirúrgica) em 2009 revelou que o uso de um telefone celular por 10 anos ou mais, aproximadamente duplica o risco de ser diagnosticado com um tumor no cérebro do mesmo lado da cabeça onde o celular é normalmente utilizadoTanto o Dr. Hardell e Carlberg estavam envolvidos nesse estudo, bem como, estes resultados são muito semelhantes aos encontrados em sua última revisão, discutidos anteriormente.Outro estudo importante, financiado pelo governo dos EUA, foi publicado em JAMA em 2011. Usando um scanner cerebral especializado capaz de detectar alterações na glicose, os pesquisadores determinaram que a radiação do telefone celular aciona as células do cérebro para metabolizar a glicose em ritmo elevado. O metabolismo da glicose equivale a ativação de células, de modo que os resultados indicam que a radiação do celular tem uma influência mensurável bem definida em seu cérebro. Essencialmente, cada vez que você colocar um telefone celular junto ao ouvido, você está ativando artificialmente as células do cérebro. Enquanto isso é claro, ainda é desconhecido se esta produção de glicose em excesso é prejudicial, ou pode causar uma cascata de problemas desconhecidos. Guias de Senso Comum para Proteger sua Saúde e a da sua Família

É importante notar que os pesquisadores estão em consenso geral de que há um período de latência de cerca de 10 anos ou mais antes que o dano se mostre, o que coloca as crianças em maior risco - aquele que é potencialmente agravados com tecnologias 3G mais modernas, que parecem ser ainda mais prejudiciais do que as versões anteriores.
Da minha perspectiva, a evidência indica claramente que precisamos invocar o princípio da precaução com relação ao uso do telefone celular, bem como outras tecnologias sem fio. Até que a indústria comece a levar esta questão a sério, a responsabilidade de manter as crianças seguras recai sobre os pais. Para minimizar o risco do seu cérebro, e de seu filho, preste atenção aos seguintes conselhos:

  • Não deixe que o seu filho (criança) usar um telefone celular. A não ser em uma emergência com risco de vida, crianças não deveriam usar um telefone celular, ou um dispositivo sem fio de qualquer tipo. As crianças são muito mais vulneráveis a radiação do telefone celular do que os adultos, por causa dos seus ossos do crânio serem mais finos.
  • Utilize o seu uso do telefone celular o mínimo possível. Desligue-o com mais frequência. Reserve-o para emergências ou assuntos importantes. Enquanto o seu telefone celular está ligado, ele emite radiação de forma intermitente, mesmo quando você não está fazendo uma chamada. Use um telefone fixo em casa e no trabalho.
  • Reduza ou elimine o uso de outros dispositivos sem fio. Tal como aconteceu com os telefones celulares, é importante perguntar-se se você realmente precisa ou não usá-los toda as vezes. Se você precisa usar um telefone residencial portátil (sem fio), utilize um modelo mais antigo, que opera a 900 MHz. Eles não são mais seguros durante as chamadas, mas pelo menos alguns deles não transmitem pulsos eletromagnéticos constantemente, mesmo quando nenhuma chamada está sendo feita. Observe que a única maneira de realmente ter a certeza se existe uma exposição de seu telefone sem fio é aferi-lo com um medidor electrosmog, e ele deve ser um que atinja a frequência de seu telefone portátil (medidores antigos não irão funcionar). Como muitos telefones portáteis são 5,8 Gigahertz, recomendamos que você procure medidores de RF (radiofrequência) que vão até 8 Gigahertz.  Você pode encontrar medidores de RF em www.EMFSafetyStore.com. Mesmo sem um medidor de RF, você pode estar certo de que seu telefone portátil é um problema se a tecnologia for rotulada como DECT, ou tecnologia sem fio digital aumentada. Alternativamente, você pode ser cuidadoso com a localização da base (do telefone sem fio), esta provoca a maior parte do problema, uma vez que transmite sinais de 24 horas por dia, mesmo quando você não está falando. Se você puder manter a base (do telefone sem fio), pelo menos, a três quartos (cômodo da casa) de distância de onde você passa a maior parte de seu tempo, e especialmente do seu quarto, eles podem não ser tão prejudiciais para a sua saúde. O ideal seria desligar ou desconectar a base, todas as noites antes de ir para a cama.
  • Limite o uso de telefone celular a áreas com excelente recepção ou sinal. Quanto mais fraca a recepção, mais potência o telefone deve usar para transmitir, mais radiação que emite, e as as ondas de rádio mais perigosas penetram em seu corpo de forma mais profunda. Idealmente, você só deveria utilizar o telefone celular quando apresentasse todas as barras de sinal cheias e com boa recepção
  • Evite carregar seu telefone celular junto ao seu corpo, e não durma com ele debaixo do travesseiro ou perto de sua cabeça. O ideal é colocá-lo em sua bolsa ou numa sacola. Ao colocar um telefone celular em seu sutiã ou no bolso da camisa sobre o seu coração, você está pedindo para ter problemas, assim como colocá-lo no bolso da calça de um homem, se ele visa preservar sua fertilidade. O lugar mais perigoso para se estar, em termos de exposição à radiação, fica a cerca de seis centímetros de antena emissora. Você não vai querer qualquer parte de seu corpo nessa área, enquanto o telefone estiver ligado.
  • Não suponha que um telefone celular é mais seguro do que de outro. Não há tal coisa como um telefone celular "seguro".
  • Respeite os outros; muitos são altamente sensíveis a EMF (Eletromagnetic Fields - Campos Eletromagnéticos). Algumas pessoas que se tornaram sensíveis podem sentir os efeitos de telefones celulares de outras pessoas na mesma sala, mesmo quando ele está ligado, e não está sendo usado. Se você estiver em uma reunião, no transporte público, em um tribunal ou outros locais públicos, tais como um consultório médico, mantenha o seu telefone celular desligado por consideração aos efeitos de radiação passiva. As crianças também são mais vulneráveis, por isso, evite usar seu telefone celular perto de crianças.
  • Utilize um fone de ouvido com fio bem protegido: fones de ouvido com fio irão certamente permitir que você mantenha o telefone celular mais longe de seu corpo. No entanto, se um fone de ouvido com fio não for bem protegido - e a maioria deles não é - o fio em si pode agir como uma antena de captação e transmissão de radiação direta para o seu cérebro. Portanto, verifique se o fio usado para transmitir o sinal para o seu ouvido é protegido. Um dos melhores tipos de fones usam uma combinação de cabo blindado e tubo de ar (shielded wire and air-tube). Estes funcionam como um estetoscópio, transmitindo o som para a sua cabeça como uma onda sonora real; embora existam fios que ainda devem ser protegidos, não há fio irradie sinal por toda a cabeça.
Fonte:

domingo, 31 de agosto de 2014

Jogue seu Micro-ondas Fora!

 
O uso do forno de micro-ondas para cozimento, aquecimento e descongelamento rápidos faz parte do cotidiano de todos nós. De fato, o aparelho de micro-ondas é o máximo da conveniência alimentar em nossa cozinha. Mas será que estamos bem informados em relação ao seus possíveis riscos à saúde?

Ninguém fala sobre malefícios do micro-ondas, mas nós sabemos que com radiação não se brinca. É praticamente impossível encontrar artigos científicos afirmando problemas em seu uso prolongado. Mas nenhum nutricionista que se preze defende uma dieta à base de “comida de micro-ondas”. Nossas avós, acostumadas aos tradicionais forno e fogão, torceram o nariz para essa nova invenção. E as mamães mais esclarecidas tentam evitar o preparo de alimentos para bebês e crianças no micro-ondas.

Parece-me que, no fundo, no fundo, nós sabemos que esse aparelhinho não é tão inocente assim. Só não nos explicaram porquê.

Fiz uma pesquisa e encontrei alguns dados no mínimo interessantes. São informações, pra variar, polêmicas e pouco divulgadas.

Curiosamente, quase não encontrei menções negativas ao micro-ondas pesquisando na Internet em português. Entretanto, basta digitar a mesma expressão de busca em inglês para se deparar com inúmeros sites abordando esse assunto. Selecionei, traduzi e adaptei trechos dos textos mais completos que encontrei sobre possíveis efeitos maléficos do micro-ondas, extraídos do excelente site do Dr. Mercola, do médico norte-americano Joseph Mercola. Vale a pena se cadastrar nesse site, fonte de uma infinidade de dicas imperdíveis nas áreas de saúde, nutrição e bem-estar.

Entenda porque, sempre que for possível, você deve evitar descongelar, aquecer ou cozinhar refeições no forno de micro-ondas.

Como o micro-ondas funciona?


Essas tais micro-ondas são uma forma de energia eletromagnética, como ondas de luz ou de rádio, e ocupam uma parte do espectro eletromagnético de potência, ou energia. Em nossa era tecnológica, as micro-ondas são utilizadas nos sinais telefônicos interurbanos, programas televisivos, informação de computadores ao redor da Terra e até em satélites no espaço. Mas as micro-ondas que melhor conhecemos são as usamos para cozinhar ou aquecer nossos alimentos.

Cada aparelho contém um magnetron, um tubo onde os elétrons são afetados por campos magnéticos e elétricos de maneira a produzir radiação em micro comprimento de ondas a cerca de 2450 Mega Hertz (MHz) ou 2.45 Giga Hertz (GHz). É essa radiação que interage com as moléculas do alimento. Ondas energéticas invertem a polaridade – de positivo para negativo – a cada ciclo da onda.

A medida que as micro-ondas geradas pelo magnetron bombardeiam o alimento, elas causam a rotação das moléculas polares na mesma frequência até bilhões de vezes por segundo. Toda essa agitação cria uma fricção molecular, que aquece a comida. Essa maneira de esquentar alimentos provoca danos substanciais às moléculas em volta, podendo destruí-las ou deformá-las. O problema apontado pelos detratores do micro-ondas é justamente esse. Eles alegam que nenhum alimento natural foi criado para suportar esse tipo de exposição sem destruição de propriedades. De fato, o cozimento com calor (vapor, brasa, ou qualquer outro), embora mais lento, resulta em maior preservação de nutrientes.

Temperatura estranha

A temperatura do alimento pode se tornar extremamente quente, ao ponto de provocar queimaduras e até explodir (dentro do aparelho) por acúmulo de vapor. Além disso, o alimento é aquecido de forma pontual. Formam-se bolsões de calor escaldante em alguns pontos, enquanto outros permanecem frios. Você pode queimar a boca e o esôfago ao ingerir o alimento que você, ao tocar uma parte, julgou estar morno.

Destruição de nutrientes

*Estudos mostram que o leite aquecido no micro-ondas perde vitaminas. Se for leite materno, parte das células de defesa da mãe são destruídas.
* Nutrientes vegetais que combatem o câncer são destruídos pelo micro-ondas.
*A estrutura química dos alimentos é alterada, com consequências desconhecidas (não é surpreendente que pouquíssimos estudos tenham sido realizados sobre micro-ondas…).
* Segundo um artigo publicado na edição de novembro de 2003 do The Journal of the Science of Food and Agriculture (O Jornal da Ciência do Alimento e da Agricultura), o brócolis aquecido no micro-ondas perde até 97% dos seus benéficos antioxidantes. O mesmo brócolis cozido no vapor perderia apenas 11% ou menos dessas propriedades.
*Um estudo comparativo entre alimentos crus e preparados convencionalmente, e alimentos preparados no forno de micro-ondas, publicado por Raum & Zelt em 1992, afirmou que aminoácidos naturais sofrem alterações isoméricas (no formato) e podem se transformar em formas tóxicas.
*Um extenso estudo publicado por alemães, suíços e russos determinou que:
- Usar o micro-ondas como forma de matar micro-organismos em carnes, ocasiona a formação de d-Nitrosodienthanolaminas, um conhecido carcinogênico (“cancerígeno”).
- Descongelar frutas promoveu a conversão do glusídeo e galactosídeo das frutas em substâncias carcinogênicas.
- Submeter leite e cereais converteu parte de seus aminoácidos em carcinogênicos.
- Exposição curtíssima de vegetais crus, cozidos ou congelados ao micro-ondas converteu seus alcalóides vegetais em carcinogênicos.
- Radicais livres carcinogênicos foram formados em legumes de raízes no micro-ondas.
- Os pesquisadores russos também reportaram uma aceleração na degradação estrutural, levando a uma diminuição de 60 a 90% dos valores nutricionais nos alimentos testados.
- O complexo vitamina B, a vitamina C, a vitamina E, os minerais essenciais e os lipotrópicos (substâncias que auxiliam na metabolização de gorduras) tiveram todos sua biodisponibilidade (habilidade em serem aproveitados pelo corpo) drasticamente reduzida.
- As núcleo-proteínas (proteínas dos núcleos das células) das carnes foi degradada.
- Em alimentos vegetais houve danos aos alcalóides, glucosídeos, galactosídeos e nitrolosídeos.


Formação de compostos carcinogênicos

Ainda segundo a pesquisa conduzida por cientistas alemães, suíços e russos:
- As alterações químicas sofridas pelos alimentos provocam disfunções no sistema linfático, interferindo na habilidade imunológica do organismo de lutar contra certos tipos de neoplasias (tumores).
- A ingestão de comida preparada no micro-ondas aumentou a porcentagem de células cancerígenas (citomas) no soro sanguíneo.
- Radicais livres (moléculas carcinogênicas altamente reativas e incompletas) foram formados dentro de alguns minerais, em particular, nos legumes de raízes.
- Em uma estatisticamente elevada porcentagem de pessoas, alimentos preparados no micro-ondas causaram tumores estomacais e intestinais, assim como uma degeneração generalizada dos tecidos periféricos, com redução gradual nas funções de digestão e excreção.
- Carcinogênicos foram encontrados em virtualmente todos os alimentos preparados no micro-ondas.

Efeitos biológicos da exposição radioativa

Não só comer alimentos preparados no micro-ondas faz mal. A sua permanência (ou do pet) próxima ao aparelho em funcionamento, pode causar efeitos prejudiciais ao organismo. Leia o que os soviéticos descobriram, na década de 70 em estudos sobre o micro-ondas.

- A exposição à radiação do micro-ondas e o consumo frequente de comidas preparadas no aparelho, provou causar danos cerebrais permanentes ao interferir com os impulsos elétricos do cérebro (despolarizando ou desmagnetizando o tecido cerebral)
- Os efeitos da radiação (e da ingestão de “comida de micro-ondas”) são residuais, ou seja, permanecem no corpo a longo prazo.
- Dentre os efeitos da exposição à radiação (também vale a ingestão contínua de alimentos) de micro-ondas estão: perda de memória, dificuldade de concentração, instabilidade emocional e decréscimo na inteligência.
 
Outros efeitos nocivos

- Em 1991, nos Estados Unidos, uma mulher submetida a uma cirurgia de quadris recebeu uma transfusão de sangue e morreu logo após. Por que? A enfermeira aquecera a bolsa de sangue no micro-ondas. A composição do sangue foi drasticamente alterada. Esse episódio deu processo e levantou a suspeita de que o aparelho de micro-ondas fazia mais do que simplesmente aquecer alimentos.
- As moléculas dos alimentos não foram feitas para vibrar nos níveis impostos pelo cozimento com o micro-ondas. Isso tende a danificar os nutrientes mais delicados e eles perdem a capacidade de nutrir você e o animal da forma esperada.
- Toxinas carcinogênicas (cancerígenas) podem vazar das bandejas plásticas ou de papel, ou das películas plásticas dos alimentos feitos para serem preparados no micro-ondas. E podem se misturar à sua comida.
- A produção de hormônios femininos e masculinos pode ser alterada ou interrompida pela ingestão contínua de alimentos preparados no micro-ondas
- O cozimento no micro-ondas forma novos compostos (compostos radiolíticos), desconhecidos do homem e da natureza. Não se sabe ao certo, o que esses compostos fazem no organismo. Provavelmente será algo difícil de determinar, uma vez que há outros compostos desconhecidos sendo introduzidos no organismo diariamente, advindos de uma variedade de fontes como novos produtos alimentícios e alimentos geneticamente modificados.

Os estudos do Dr. Hans Hertel
 
De acordo com as pesquisas do Dr. Hans Hertel, um cientista de alimentos suíço, o cozimento com micro-ondas não só altera significativamente os nutrientes dos alimentos, como provoca alterações no sangue das pessoas assim que elas consomem alimentos cozidos no micro-ondas. Colhendo e analisando o sangue de participantes de seu estudo, ele descobriu:
- Níveis de colesterol diminuídos, incluindo o bom colesterol (HDL)
- Leucocitose (aumento no número das células de defesa), sugestivo de intoxicação
- Redução no número de hemácias (glóbulos vermelhos)
- Produção de compostos radiolíticos (compostos ausentes na natureza)
- Níveis mais baixos de hemoglobina, o que poderia indicar uma tendência à anemia

O Dr. Hertel e sua equipe publicaram esses resultados em 1992. Mas uma organização suíça, a Swiss Association of Dealers for Electro-apparatuses for Households and Industry (A Associação Suíça de Comerciantes de Eletrodomésticos para Casas e Indústrias), emitiu uma proibição de publicação, impedindo o Dr. Hertel de declarar que os micro-ondas faziam mal à saúde. A proibição de publicação só foi removida em 1998, depois que os tribunais suíços determinaram que essa medida violava o direito à liberdade de expressão. A Suíça acabou sendo ordenada a pagar uma compensação ao Dr. Hertel.

 
Conclusão e alternativas seguras para descongelamento

Os resultados das pesquisas citadas afirmam que mesmo exposições breves dos alimentos à radiação do aparelho de micro-ondas – ou seja, um inocente descongelamento – podem resultar em perda de nutrientes e danos à saúde. Quais, então, seriam as saídas para um descongelamento seguro das porções da alimentação natural?

Geladeira

Basta retirar os alimentos congelados freezer e deixá-los na parte mais baixa da geladeira (onde é menos gelado) por um mínimo de 24 horas. Não se esqueça de posicionar o saquinho ou tupperware dentro de recipientes maiores, para o caldo da carne crua não sujar sua geladeira.

Cuba com água


Esqueceu de retirar as porções com antecedência? Não faz mal. Basta encher com água (temperatura ambiente; nunca quente!) um recipiente, colocar o alimento a ser descongelado dentro de uma sacola plástica comum (com um nó nas alças, para não entrar líquido), posicionar o alimento ensacado dentro da água , e trocar a água a cada meia hora (ou quando notar que ela ficou gelada). Logo, logo, a porção estará descongelada.

Posso deixar descongelando sobre a pia?

Não é aconselhável descongelar as porções sobre a pia, da noite para o dia. Isso propicia a proliferação bacteriana, atrai moscas e, se o dia estiver muito quente, pode até estragar o alimento. Eu não arriscaria.

Referências:


http://www.cachorroverde.com.br/index.php/os-perigos-ocultos-do-microondas/

Sobre o Dr. Hans Hertel e seus estudos, clique aqui (artigo em inglês)

A associação entre a epidemia mundial de obesidade e o uso do micro-ondas, clique aqui (artigo em inglês)

http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2003/11/05/microwave-food.aspx

Os estudos dos russos em detalhes, e os carcinogênicos presentes nas embalagens dos alimentos feitos para micro-ondas, clique aqui (artigo em inglês)