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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Hiperatividade: Causa Está na Mesa

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O médico psiquiatra Juarez Calegaro afirma que o aspartame, o glutamato monossódico, o ômega 6 e outros produtos presentes na maioria de saborosos temperos, reduzem a capacidade defensiva do corpo afetam o cérebro e ameaçam a saúde em geral.

Problemas de linguagem, memória, habilidades motoras e instabilidade emocional. Estes são alguns dos sintomas que afetam milhares de crianças portadoras da desordem conhecida na medicina como déficit de atenção – DDA – e que pode ser, em parte, prevenida e tratada com alimentação correta.

Essa nova visão do tratamento infantil foi apresentada pelo psiquiatra Juarez Calegaro no IV Congresso Internacional de Nutrição Clínica Funcional, na Fecomércio, em São Paulo, dia 13 de setembro.

Excesso que prejudica

De acordo com Callegaro, o consumo excessivo de alguns alimentos, como carboidratos refinados e aspartame, interferem no funcionamento cerebral, matando as células que fabricam neurotransmissores tranquilizantes, responsáveis por inibir a excitação produzida pelo neurotransmissor glutamato. Em quantidade desproporcional no cérebro, o glutamato provoca os sintomas da hiperatividade.

“O açúcar também estimula a proliferação de cândida, fungo portador de toxinas que bloqueiam a produção de ATP. Essa é a bateria mais usada pelo cérebro para produzir neurotransmissores como o Gaba, cuja função é focalizar a atenção e frear a hiperexcitação psicomotora causadora da hiperatividade” observa o especialista.

O Dr. Calegaro acrescenta que essas toxinas intoxicam o pâncreas, diminuindo a capacidade de suas enzimas quebrarem o glúten do trigo, a caseína do leite e as proteínas da soja, elementos que produzem opioides e anfetaminas que geram dependência, excitação e distúrbios de aprendizagem.

Na mesa, inimigos disfarçados


Outro elemento que eleva o estresse oxidativo no cérebro, atrapalhando seu funcionamento normal e ocasionando a síndrome, é o ômega 6. Trata-se de um nutriente presente em margarinas, em alimentos ricos em gorduras hidrogenadas e em gorduras animais, como carne vermelha, salmões criados em cativeiro, galinhas e ovos de granja. Além de agravar os problemas de aprendizagem e a excitação afetiva e psicomotora, o ômega 6 também provoca depressão do sistema imunológico, facilitando o ataque de vírus que retêm chumbo no cérebro e intensificam o problema.

“Hoje, uma em cada quatro crianças tem acúmulo de chumbo no cérebro. Chumbo e mercúrio são retidos também por substâncias produzidas pela soja, pelo chocolate, café instantâneo e, pasmem, pelo famoso espinafre, tido como alimento muito saudável para as crianças”, explica o psiquiatra.

O mercúrio também é encontrado em restaurações dentárias de amálgama, evite-as, utilize a resina.

O psiquiatra Juarez Calegaro, que é também autor do livro Mente Criativa, a aventura do cérebro bem nutrido, afirma que a exposição aos elementos contaminadores do meio ambiente como agrotóxicos e metais tóxicos, corantes artificiais e gorduras trans agravam igualmente a hiperatividade. Outros vilões são os alimentos que provocam alergia e os que contêm glutamato monossódico, substância presente em mais de cinco mil produtos salgados, como miojo, molho shoyu, os caldos para temperos, salgadinhos Elma Chips, catchup Predilecta e outros. Saiba mais sobre o Glutamato Monossódico aqui.

Cuidados antes da gravidez


É importante ressaltar, no entanto, que não é só a alimentação das crianças que influencia o quadro da hiperatividade infantil: o que as mães comem durante a gravidez e o período de amamentação também faz muita diferença. “Mulheres que desejam ser mães devem fazer o exame de mineralograma capilar e testes de urina seis meses antes de engravidar, para identificar e corrigir caso tenham grandes concentrações desses elementos que geram o distúrbio”, recomenda Callegaro. 


De acordo com o especialista, a boa nutrição evitaria 85% das malformações congênitas responsáveis por problemas neurológicos, como autismo e esquizofrenia. Outro cuidado que deve ser tomado é o controle da concentração de fungos no corpo da mãe, já que crianças contaminadas por cândida no parto têm sua imunidade prejudicada e precisam ingerir substâncias antifúngicas por toda a vida.

Trânsito livre para alimentos saudáveis
O psiquiatra lembra, contudo, que há alimentos que combatem os sintomas do déficit de atenção. É o caso de ervas como valeriana e taurina, que agem como calmante através do leite materno. Além disso, é recomendável sempre dar preferência a alimentos naturais e orgânicos, livres de agrotóxicos, corantes e outras substâncias artificiais e altamente prejudiciais ao organismo.

O Dr. Juarez Calegaro conclui afirmando que nos casos graves de hiperatividade, também é possível lançar mão de remédios por curto período de tempo. “Eles são aplicados no primeiro momento e retirados à medida que são descobertas e tratadas as causas mais profundas, relacionadas com alimentação, fatores psicológicos e falta de exercícios e de descanso suficiente”.


Entretanto Dr. Mercola discorda do uso de medicamentos ou drogas farmacêuticas. Segue um trecho de um artigo dele sobre este tema (fonte)

Enquanto pesquisadores costumavam acreditar que a Ritalina (metilfenidato) era uma droga farmacêutica de ação curta, estudos têm mostrado que tem o potencial para causar mudanças duradouras na estrutura das células e função do cérebro e pode impedir seu crescimento normal, ficar atrofiado.

A Ritalina é a droga farmacêutica prescrita mais frequentemente para crianças com TDAH, mas existem outras com riscos igualmente perturbadores. A Ritalina e outros medicamentos têm sido associados à alucinações, ataque cardíaco, acidente vascular cerebral, aumento do comportamento agressivo, suicídio e até mesmo morte súbita!

Ajudar Crianças Não Significa Dar-lhes Drogas que Alteram suas Mentes

Infelizmente, a Ritalina e outras drogas são o tratamento para problemas comportamentais como TDAH porque é fácil. Tomar uma pílula, leva apenas alguns segundos por dia, enquanto os outros tratamentos para ajudar as crianças com sintomas de TDAH - coisas como desatenção, impulsividade e hiperatividade - demora várias semanas ou meses.

Isto porque, a fim de realmente ajudar as crianças que estão tendo dificuldade de concentração, que se distraem facilmente ou que agem como se tivessem constantemente a sensação de inquietação, você precisa resolver as causas subjacentes e não alterar a criança quimicamente.

As intervenções comportamentais usando o reforço positivo são uma das melhores opções para ajudar as crianças com TDAH, especialmente se elas forem usadas juntamente com alterações nutricionais.

Um estudo descobriu que essas intervenções que incluíam programas individualizados que enfatizavam apoio positivo para reforçar o comportamento em casa e na escola foram altamente eficazes, mesmo em crianças jovens com idades de 3 a 5. Especificamente, as crianças que receberam as técnicas de intervenção tiveram:
• Uma diminuição de 17 por cento na agressividade e uma melhoria de 21 por cento nas habilidades sociais em casa
• Uma melhoria de 28 por cento em ambas as categorias na escola
• Melhorias nas habilidades de alfabetização precoce em até três vezes mais

Então, se você é um pai de uma criança com TDAH, por favor lembre-se de que esta condição muitas vezes melhora dramaticamente com algumas mudanças de estilo de vida naturais.

Na prática médica do Dr. Mercola no Centro de Saúde Natural, aqui está o que recomenda para as crianças e adultos que sofrem de TDAH:
• Aumente a ingestão de ômega-3 com o óleo de krill. Este é o nutriente mais importante para as crianças e adultos com TDAH.
• Beba apenas água como bebida, tomando cuidado para evitar sucos de frutas, refrigerantes e leite pasteurizado.
• Restrinja ou elimine todos os alimentos processados, açúcares e a maioria dos grãos (cereais) de sua dieta.
• Evite alimentos processados, especialmente aqueles que contenham corantes e sabores artificiais e conservantes, que podem agravar ou causar os sintomas de TDAH.
• Passe mais tempo em contato com a natureza.

Leia também: Corantes Artificiais: Um Perigo para seus Filhos!

Leia mais: http://www.noticiasnaturais.com/2014/02/hiperatividade-causa-esta-na-mesa-adverte-psiquiatra/#ixzz3ONkNjAf1

Fontes:

http://www.noticiasnaturais.com/2014/02/hiperatividade-causa-esta-na-mesa-adverte-psiquiatra/


http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2008/10/18/doctors-told-to-curb-use-of-ritalin-in-hyperactive-children.aspx