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terça-feira, 15 de setembro de 2015

Como Preparar o Óleo de Magnésio para o Uso Transdérmico

Blue Glass Bottle with Spray 4 oz Unit
15/09/2015.

O Que é Óleo de Magnésio?

Em primeiro lugar, devo esclarecer: o óleo de magnésio não é um óleo. É simplesmente chamado de "óleo" de magnésio, devido a sensação oleosa da solução de cloreto de magnésio com água na pele. (Por favor note que este não é o mesmo magnésio encontrado no sal de Epsom ou Sal Amargo. O Sal de Epsom é o sulfato de magnésio. Este é o cloreto de magnésio e é mais adequado para a absorção transdérmica).


Você deverá aplicar o óleo de magnésio em sua pele com um frasco com borrifador, em seguida, esfregue-o e deixe sua pele absorvê-lo durante aproximadamente meia hora ou mais.


Por que usar o Óleo de Magnésio?


1) A maioria de nós possuímos uma deficiência de magnésio. No passado, obtínhamos o magnésio através do solo e do abastecimento de água, mas atualmente, o solo está empobrecido e nosso abastecimento de água potável está pobre em minerais. 


2) Você sabia magnésio é mais facilmente absorvido por via transdérmica, através da pele, do que é internamente (por via oral)?


3) O óleo de magnésio é uma forma útil, barata e simples de aplicar magnésio em sua pele. É essencial aprender a fazer óleo de magnésio!


Benefícios da Terapia Transdérmica de Magnésio (fonte a e fonte b)

  • Alivia dores musculares na coluna, bursites, tendinites;
  • Previne e trata artrites e osteoporose, pois faz com que o cálcio se deposite no local correto;
  • Ajuda nos casos de depressão pois aumenta a energia vital;
  • Atua beneficamente sobre o sistema nervoso;
  • Melhora o sistema imunológico e combate radicais livres;
  • Auxilia no tratamento de cálculos renais;
  • Auxilia a evitar crises epiléticas e convulsões;
  • Traz mais disposição e vitalidade para o dia a dia.
Contraindicação: Pacientes com deficiências renais devem usar o cloreto de magnésio com acompanhamento médico.

Como Preparar o Óleo de Magnésio

Encontrei esta receita em inglês, porém o magnésio utilizado não pode ser encontrado no Brasil.


Realizei alguns cálculos, baseados em dados encontrados e cheguei à conclusão que pode ser utilizado o cloreto de magnésio P.A.


O produto utilizado nos Estados Unidos é este:
Ancient Minerals Magnesium Bath Flakes - 1 xícara contém 15 g de magnésio elementar e 1/2 xícara = 7,5 g de magnésio elementar.


Este pode ser encontrado em farmácia comuns (algumas), pela internet ou manipulado (em farmácias de manipulação):

Composição do Cloreto de Magnésio P.A. – Ifal – 33 g
Cloreto de magnésio..... 33 g - Equivalente a 3,95 g de magnésio elementar

2 sachês equivalem a 7,9 g de magnésio elementar, pois 3,95 g (de magnésio elementar por sachê)*2(sachês)=7,9 g.

Ingredientes:

  • 2 sachês ou frascos de 33 g de cloreto de magnésio P.A. 
  • ½ xícara de água destilada (118 ml)
  • Tigela de vidro ou copo medidor de vidro
  • Um frasco com borrifador de vidro escuro (pode ser de plástico escuro também)
Instruções

Ferva a água destilada. É importante utilizar a água destilada para prolongar a vida útil da solução. Coloque o cloreto de magnésio em uma tigela de vidro ou em um copo medidor (de vidro) e despeje a água fervente sobre ele.

Mexa bem até dissolver completamente. Deixe esfriar completamente e guarde no frasco com borrifador. Pode ser armazenado à temperatura ambiente durante pelo menos seis meses.

Como Usar o Óleo de Magnésio


Borrife-o nos braços, pernas e barriga diariamente. Pode ocorrer uma sensação de leve coceira na pele (pinica levemente), isso é perfeitamente normal e de curta duração; este efeito desaparece após 10 a 20 minutos. Depois de um tempo de aplicação rotineira do óleo de magnésio, você provavelmente não vai mais experimentar esta sensação na pele. Use o óleo de magnésio, começando com 6 a 8 borrifadas por dia e aumente 1 borrifada a cada dia, até chegar a 20 borrifadas.


Você pode deixá-lo na pele ou lavá-lo depois de 30 minutos da aplicação. Eu costumo aplicar o óleo de magnésio após o banho e, em seguida, uso o óleo de coco como hidratante, cerca de 5 minutos mais tarde. Não pode haver cremes hidratantes na pele, antes da aplicação do óleo de magnésio.


OBS: Caso não tenha a água destilada, utilize a filtrada, mas faça em quantidade menor (1 sachê de cloreto de magnésio P.A. para 1/4 de xícara de água filtrada ou 59 ml) e conserve-o na geladeira (em frasco de vidro escuro).


Para saber sobre a suplementação oral do magnésio, clique aqui.


Para saber sobre as vantagens do uso do magnésio transdérmico X oral, clique aqui.

Possuo um grupo fechado no Facebook, caso queiram participar cliquem em: https://www.facebook.com/groups/1549025805353560/

Fontes:


http://wellnessmama.com/5804/make-your-own-magnesium-oil/


http://www.foodrenegade.com/how-make-magnesium-oil/


http://emporiosaudeevida.com.br/produto/cloreto-de-magnesio-pa-ifal-33g/


http://www.radiantlifecatalog.com/product/ancient-minerals-magnesium-bath-flakes/salts-minerals/?a=58535


http://boaspraticasfarmaceuticas.blogspot.com.br/2014/09/terapia-transdermica-de-magnesio.html


http://amigosdacura.ning.com/profiles/blogs/super-mineral?xg_source=msg_mes_network

https://www.foodgeeks.com/resources/conversion_charts

quinta-feira, 5 de março de 2015

Prevenir Pedras nos Rins (Cálculos Renais) Pode Ser tão Simples Quanto Mudar a sua Alimentação (Dieta)

Preventing Kidney Stones
Tradução do artigo de 19/11/2014 em 05/03/2015 do site do Dr. Mercola.


Na década de 1970, menos de 4 por cento dos americanos sofria de pedras nos rins (ou cálculos renais). Na década de 1990, este número tinha aumentado para mais do que 5 por cento. Hoje, as taxas continuam a subir, as pedras nos rins irão impactar em 1 em cada 10 adultos norte-americanos em algum momento durante a sua vida - geralmente entre as idades de 20 e 50.
Na maioria dos casos, as pedras nos rins são expelidas sem causar danos permanentes, mas a dor durante a passagem pode ser excruciante. As pedras nos rins também estão algumas vezes associadas a dor nas costas (parte inferior), dor de estômago, náuseas ou vômitos, febre e calafrios.
Geralmente, quanto maior for a pedra, o mais dor e sintomas irá causar. Às vezes, tratamentos agressivos são necessários para remover as pedras, e a cada ano, mais de meio milhão de pessoas vão à emergências (de hospitais) devido aos cálculos renais.
Uma vez que você os teve, o risco de recorrência aumenta. Cerca de 35 por cento a 50 por cento das pessoas terá um outra crise devido à pedras nos rins dentro de cinco anos, a menos que as mudanças sejam feitas. Que tipo de mudanças? De acordo com novas diretrizes estabelecidas pela American College of Physicians (ACP), uma das estratégias mais simples que você pode adotar é beber mais água.

Manter-se Hidratado Reduz o Risco de Pedras nos Rins RECORRENTES

O fator de risco número um para pedras nos rins é não beber água suficiente. Se você não está bebendo água suficiente, sua urina terá maiores concentrações de substâncias que podem precipitar e formar pedras.
Especificamente, os produtos químicos que formam pedras ou cálculos incluem cálcio, oxalato, urato, cisteína, xantina, e fosfato. Estes produtos químicos devem ser eliminados na urina através de seu rim, mas se muito pouco líquido está presente, eles podem se unir para formar uma pedra (cálculo). De acordo com a National Kidney Foundation: 

"A urina tem vários resíduos dissolvidos nela. Quando há excesso de resíduos em muito pouco líquido, cristais começam a se formar. Os cristais atraem outros elementos e se juntam para formar um sólido que vai ficar maior, a menos que ele seja expelido do corpo com a urina ... A maioria das pessoas, ao beber líquido suficiente estes são expelidos e outras substâncias químicas na urina interrompem a formação de uma pedra. "

As novas diretrizes da ACP aconselham as pessoas que tiveram pedra nos rins, no passado, a aumentarem a sua ingestão de líquidos para que elas eliminem pelo menos dois litros de urina por dia, isto poderia diminuir a recorrência de pedra ou cálculo em pelo menos metade dos casos. Para conseguir tal coisa, eles recomendam uma maior ingestão de líquidos ao longo do dia, lembrando que tanto a água e água mineral são benéficas.
A pesquisa mostra, por exemplo, entre os pacientes com pedras nos rins, aqueles que aumentaram sua hidratação para eliminarem dois litros de urina por dia tiveram uma taxa de recorrência de 12 por cento em comparação com 27 por cento daqueles que não aumentaram a sua ingestão de líquidos.
A National Kidney Foundation recomenda beber mais de 12 copos de água por dia, mas uma maneira mais simples de saber se você está bebendo bastante água é verificar a cor da sua urina; você deseja que sua urina tenha um amarelo pálido muito claro (urina mais escura é mais concentrada).
A necessidade de água de cada pessoa é diferente, dependendo de suas necessidades metabólicas específicas e nível de atividade física, mas simplesmente manter sua urina amarelo claro irá evitar pedras nos rins.
Lembre-se de aumentar a ingestão de água sempre que aumentar sua atividade e, quando você estiver em um clima mais quente. Se por acaso você estiver tomando algum polivitamínico ou suplementos de vitamina B (complexo B) que contenham vitamina B2 (riboflavina), a cor da sua urina será um muito brilhante, um amarelo quase fluorescente e isso não vai permitir que você use a cor de sua urina como um guia para saber quão bem hidratado você está.

Água Reduz o Risco, mas REFRIGERANTE o Aumenta

Um ponto importante: não é qualquer líquido que irá aumentar sua produção de urina. Enquanto a água e água mineral foram protetoras, beber refrigerante está associado com pedras nos rins, possivelmente porque o ácido de fosfórico que contém acidifica a sua urina, o que promove a formação de pedra (cálculo).
Além disso, um estudo Sul-Africano descobriu que beber refrigerante agrava as condições de sua urina, que levam à de problemas renais com formação de pedra (cálculo) de oxalato de cálcio. O açúcar, incluindo a frutose (e xarope de milho em refrigerantes), também é problemático.
Uma dieta rica em açúcar pode gerar pedras nos rins, uma vez que o açúcar interfere nas relações minerais em seu corpo, interferindo com a absorção de cálcio e magnésio. O consumo de açúcares insalubres e refrigerantes por crianças é um fator muito importante em porque crianças a partir dos 5 anos de idade estão agora desenvolvendo pedras nos rins.
O açúcar também pode aumentar o tamanho dos rins e produzir alterações patológicas no mesmo, tal como a formação de pedras nos rins. De acordo com a National Kidney Foundation, você deve prestar especial atenção para manter os seus níveis de frutose sob controle: 
"Ingerir muita frutose está correlacionado com o aumento do risco de desenvolvimento de pedra nos rins. A frutose pode ser encontrado no açúcar de mesa e xarope de milho. Em alguns indivíduos, a frutose pode ser metabolizada em oxalato."
Então, se você é um bebedor de refrigerante, cortá-lo é uma estratégia importante para se lembrar. Em um estudo, aqueles com pedras nos rins que eliminaram refrigerante de sua dieta (alimentação) reduziram o risco de recorrência em cerca de 15 por cento.

Pedras nos Rins estão Associadas com um Risco maior de Fraturas (Ósseas) 

Como mencionado, pedras nos rins geralmente são expelidas sem quaisquer complicações duradouras, porém há a longo prazo alguns riscos estão associados. Pedras nos rins aumentam o risco de desenvolver doença renal crônica, por exemplo, e uma nova pesquisa que mostra também que pode estar associado a ossos mais frágeis.
Pesquisas anteriores sugeriram que as pessoas com pedras nos rins têm menor densidade mineral óssea. O novo estudo utilizou dados de mais de 52.000 pessoas e mostrou que aquelas com pedras nos rins tinham um risco significativamente maior de fraturas ósseas. Especificamente: 
  • Homens com pedras nos rins eram 10 por cento mais propensos a sofrer fraturas do que os homens sem cálculos
  • Adolescentes do sexo masculino com pedras nos rins tinham um risco 55 por cento maior de fratura do que aqueles sem cálculos
  • Mulheres com pedras nos rins tiveram um aumento do risco de fratura de 17 por cento a 52 por cento, dependendo da idade (a partir dos 20 anos a 60 anos); aquelas com idade entre 30-39 tiveram o maior risco

FLÚOR Também Está Ligado à Pedras nos Rins

Se você mora em uma área com água fluoretada (como a maioria dos EUA, no Brasil também é, inclusive a mineral), você pode estar interessado em saber que altos níveis de flúor na água estão associados com pedras nos rins. Esta condição era quase cinco vezes mais comum em uma área com alta concentração de flúor (3,5-4,9 partes por milhão, ou ppm) do que uma área similar sem altos níveis de flúor na água.
No geral, a prevalência de pedras nos rins na área de alta concentração de flúor foi quase o dobro daquelas com fluorose do que aquelas sem. A fluorose dental - uma condição na qual o esmalte dos dentes torna-se progressivamente descolorido e malhado - é um dos primeiros sinais de excesso de exposição ao flúor.
Eventualmente, isso pode resultar em dentes muito danificados, e pior ... É importante notar que a fluorose dentária não é "apenas estética." Ele também pode ser uma indicação de que o resto do seu corpo, como os ossos e órgãos internos, incluindo o seu cérebro, foi exposto ao flúor também. Em outras palavras, se o fluoreto está tendo um efeito visual negativo sobre a superfície dos dentes, é praticamente garantido que ele também esteja danificando outras partes do seu corpo, como os ossos. Um sistema de filtragem de água de osmose reversa pode remover fluoreto de sua água potável.

Exercício Físico, Evitar Comer em Excesso são as Duas Ferramentas Mais Poderosas para Prevenir Pedras nos Rins

Você é mais propenso a pedras nos rins se você estiver acamado ou muito sedentário por um longo período de tempo, em parte porque a atividade limitada pode fazer com que seus ossos liberam mais cálcio. O exercício também irá ajudá-lo reduzir a pressão arterial elevada, uma condição que duplica o risco de pedras nos rins. Mesmo baixas quantidades de exercício podem ser benéficas para reduzir o seu risco. Em um estudo envolvendo mais de 84.000 mulheres na pós-menopausa, descobriu-se que aquelas que se exercitavam tiveram um risco até 31 por cento menor de pedras nos rins. Esta relação permaneceu mesmo com apenas pequenas quantidades de atividade física.
Especificamente, a pesquisa mostrou um risco mais baixo de três horas por semana de caminhada, quatro horas de jardinagem leve ou apenas uma hora de corrida moderada. Você pode encontrar as minhas recomendações abrangentes de exercícios, incluindo a forma altamente recomendada de executar o treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT), aqui. Dieta sábia, mulheres que comeram mais de 2.200 calorias por dia aumentaram o risco de pedras nos rins em até 42 por cento, enquanto a obesidade também aumenta o risco. Deve-se notar que, apesar de que a obesidade aumente o risco de pedra nos rins, cirurgia de redução de estômago (para a perda de peso) que altera o seu aparelho digestivo, na verdade a torna mais comum. Após a cirurgia de redução de estômago (para a perda de peso), os níveis de oxalato são tipicamente muito mais elevados (oxalato é o tipo mais comum cristal em pedra nos rins).

Mais 3 Abordagens Alimentares para Evitar Pedras nos Rins

 Nós já cobrimos beber muita água e evitar refrigerantes, excesso de açúcar e frutose. O que mais pode ajudar a reduzir o seu risco?

 1. Verifique se você está obtendo bastante magnésio

O magnésio é responsável por mais de 300 reações bioquímicas no seu corpo, e a deficiência deste mineral tem sido associada a pedras nos rins. Estima-se que 80 por cento dos americanos são deficientes, de modo que este pode ser um fator importante. O magnésio desempenha um papel importante na absorção e assimilação do cálcio do seu corpo, como se você consumir muito cálcio, sem magnésio adequado, o excesso de cálcio pode realmente tornar-se tóxico e contribuir para problemas de saúde como pedras nos rins.
O magnésio ajuda a evitar a combinação do cálcio com o oxalato, o qual, como mencionado, é o tipo mais comum de pedra nos rins. Vegetais de folhas verdes como espinafre e acelga são excelentes fontes de magnésio, e uma das maneiras mais simples de se certificar de que você está consumindo bastante destes é de fazer suco de seus vegetais (não é em liquidificador, nem centrífuga ou extrator, é no masticating ou slow juicer). Suco de vegetais é uma excelente fonte de magnésio, assim como alguns feijões, oleaginosas como amêndoas, sementes, sementes de abóbora, sementes de girassol e as sementes de gergelim. Abacates são também uma boa fonte.

 2. Coma Alimentos Ricos em Cálcio (mas tenha cuidado com os suplementos)

No passado, os que sofriam de pedras nos rins foram alertados a evitar alimentos ricos em cálcio, o cálcio é o principal componente da maioria dos cálculos renais. No entanto, há agora uma evidência que evitar cálcio pode fazer mais mal do que bem. A Escola Harvard de Saúde Pública realizou um estudo de mais de 45.000 homens, 14 e os homens que tinham dietas ricas em cálcio apresentaram um risco de um terço mais baixo de pedras nos rins do que aqueles com dietas com pouco cálcio. Acontece que uma dieta rica em cálcio, na verdade, bloqueia uma reação química que provoca a formação das pedras.
Ele se liga com oxalatos (de alimentos) em seu intestino, o que, em seguida, impede tanto de serem absorvidos em seu sangue e, posteriormente, transferidos para os seus rins. Assim, oxalatos urinários podem ser mais importantes para a formação de cristais de oxalato de cálcio de pedra nos rins do que o cálcio na urina. É importante notar que é o cálcio dos alimentos que é benéfico - não o de suplementos de cálcio, que foram comprovadamente aumentam o risco de pedras nos rins em 20 por cento.

 3. Evite Soja não-Fermentada 

A soja e alimentos à base de soja podem promover pedras nos rins em pessoas propensas a eles, pois podem conter níveis elevados de oxalatos, que se podem ligar ao cálcio no seu rim para formar pedras nos rins. Esta é apenas uma das razões por que a soja não fermentada - o tipo encontrado no leite de soja, hambúrgueres de soja, sorvete de soja , e até mesmo tofu - não é um alimento saudável. Se você fosse a avaliar cuidadosamente os milhares de estudos publicados sobre a soja, acredito fortemente que você chegaria à mesma conclusão que eu - que é, os riscos de consumir produtos não fermentados de soja superam seus eventuais benefícios.
Se você estiver interessado em desfrutar os benefícios de saúde de soja, escolha uma soja fermentada, como depois de um longo processo de fermentação, o fitato (que bloqueia a absorção minerais essenciais pelo seu corpo) e os níveis de anti-nutrientes da soja (incluindo oxalatos) são reduzidos, e suas propriedades benéficas se tornam disponíveis para o seu sistema digestivo.
 Assim, enquanto as pedras nos rins podem ser extremamente dolorosas, a boa notícia é que você não precisa fazer muita coisa para reduzir seu risco ... Confira o meu plano de nutrição (em português) para um simples, passo a passo para saber que tipos de alimentos comer para reduzir o risco de pedras nos rins e para outros problemas de saúde crônica e aguda.

Fonte:

http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2014/11/19/kidney-stone-prevention.aspx?e_cid=20141119Z1_DNL_art_2&utm_source=dnl&utm_medium=email&utm_content=art2&utm_campaign=20141119Z1&et_cid=DM60515&et_rid=733930426